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Polícia civil cumpre mandados de prisão e busca contra investigado por fraudes na venda de cartas de consórcio em Mineiros

há 1 hora
2 min de leitura

A investigação teve início após uma vítima relatar que negociou com o investigado a aquisição de uma suposta carta de consórcio já contemplada, no valor de R$ 272 mil.



GRUPO ESPECIAL DE INVESTIGAÇÕES CRIMINAIS DE MINEIROS – GEIC/MINEIROS





A Polícia Civil do Estado de Goiás, por meio do Grupo Especial de Investigações Criminais de Mineiros – GEIC/Mineiros, com apoio do Grupo Especial de Repressão a Crimes Patrimoniais de Rio Verde – GEPATRI/Rio Verde, cumpriu, na data de hoje, mandado de prisão preventiva e mandados de busca e apreensão expedidos contra um investigado pela prática de estelionato mediante fraude eletrônica.

 

A investigação teve início após uma vítima relatar que negociou com o investigado a aquisição de uma suposta carta de consórcio já contemplada, no valor de R$ 272 mil. Para concretizar o negócio, foram realizadas cinco transferências via PIX, que totalizaram R$ 50 mil, destinadas à conta bancária de uma empresa administrada pelo investigado.

 

Após receber os valores, o investigado teria informado que o crédito seria liberado no prazo de 60 dias. Contudo, o prazo transcorreu sem a entrega da carta de crédito. Posteriormente, foram apresentadas sucessivas justificativas e promessas de restituição que não foram cumpridas. Embora tenha sido firmado um contrato para devolução parcelada do dinheiro, nenhuma das parcelas foi devidamente paga.

 

No decorrer das diligências, a Polícia Civil identificou outros registros policiais e processos judiciais envolvendo fatos semelhantes, especialmente na região de Rio Verde, com possível repetição do mesmo modo de atuação: oferta de carta de crédito contemplada, exigência de pagamento antecipado, promessa de liberação do crédito e posterior ausência de entrega ou devolução dos valores.

 

Além da prisão preventiva e das buscas, a Justiça autorizou a apreensão de documentos, contratos, comprovantes e aparelhos eletrônicos de interesse da investigação, bem como a extração dos dados dos dispositivos eventualmente apreendidos.

 

Também foi determinado o bloqueio judicial de bens e valores pertencentes ao investigado e à pessoa jurídica a ele vinculada, até o limite de R$ 50 mil, com a finalidade de assegurar eventual ressarcimento do prejuízo suportado pela vítima.

 

As investigações prosseguem para análise do material apreendido, identificação de possíveis novas vítimas e apuração completa da extensão das condutas investigadas.

 

A Polícia Civil ressalta que eventuais vítimas de fatos semelhantes podem procurar a unidade policial mais próxima para registrar a ocorrência e apresentar documentos relacionados às negociações.

 

POLÍCIA CIVIL DO ESTADO DE GOIÁS

14ª DELEGACIA REGIONAL DE POLÍCIA – JATAÍ

GRUPO ESPECIAL DE INVESTIGAÇÕES CRIMINAIS DE MINEIROS – GEIC/MINEIROS

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