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Temporal com ventos de 86 km/h deixa estragos em Jataí; alerta de tempestades inclui 51 cidades de Goiás nesta quarta (30)

há 8 horas
2 min de leitura

Além dos estragos em Jataí, Cimehgo prevê novas tempestades, ventos fortes, raios e possibilidade de granizo em Goiás.




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Um temporal com ventos de até 86 km/h e 38,2 milímetros de chuva em 30 minutos causou estragos em diferentes pontos de Jataí, no Sudoeste de Goiás, nesta terça-feira (29). Uma árvore caiu sobre o muro de uma casa e um fio de alta tensão atingiu um veículo. Não houve feridos.


Para esta quarta-feira (30), o Centro de Informações Meteorológicas e Hidrológicas de Goiás (Cimehgo) prevê novas pancadas de chuva e possibilidade de tempestades em 51 cidades do Estado, com ventos acima de 60 km/h, raios e granizo.


Vídeos que circularam na internet mostram a força do temporal em Jataí. Em algumas imagens, é possível ver imóveis destelhados e motos sendo derrubadas e arrastadas pela força da enxurrada e dos ventos, além de pontos de alagamento em diferentes áreas da cidade.


Segundo o Corpo de Bombeiros Militar de Goiás (CBMGO), uma das ocorrências foi registrada na Avenida Petrobrás, no Jardim Paraíso. Um fio de alta tensão caiu sobre um veículo e deixou o motorista impedido de sair do carro por segurança. A equipe isolou a área e orientou o ocupante a permanecer dentro do automóvel, já que não havia incêndio.


A concessionária de energia foi acionada e realizou a retirada do fio. O motorista não ficou ferido e o veículo não teve danos.


Outra ocorrência foi registrada por volta das 18h07, no Conjunto Estrela Dalva. Uma árvore caiu e ficou apoiada sobre o muro de uma residência, com galhos que alcançaram o telhado. O proprietário contratou um caminhão-guincho para fazer a retirada da árvore.


Além desses casos, os bombeiros atenderam outras três ocorrências relacionadas ao temporal. As equipes fizeram o isolamento e a segurança dos locais até a atuação da Prefeitura de Jataí e da Equatorial Energia, responsáveis pela retirada de árvores e fios.


De acordo com o gerente do Cimehgo, André Amorim, a combinação de calor, umidade e a atuação de sistemas atmosféricos favoreceu a formação das áreas de instabilidade que provocaram a tempestade na região.

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