Secretaria da Economia diz que caso de candidato que tentou fraudar concurso de auditor é pontual e não compromete o certame
- 19 de mai.
- 2 min de leitura
Pasta afirma que protocolos de segurança permitiram identificar tentativa durante aplicação da prova
Portal 6

A Secretaria da Economia de Goiás afirmou que a tentativa de fraude registrada durante o concurso para auditor fiscal da Receita Estadual, realizado no último domingo (17), em Goiânia, foi um caso isolado e não compromete a lisura do certame.
A manifestação ocorreu após a prisão de um candidato, de 28 anos, suspeito de utilizar um celular escondido dentro do banheiro do local de aplicação da prova para fotografar questões e enviar as imagens à esposa.
Segundo apurado pelo Portal 6, a companheira utilizava o ChatGPT para pesquisar as respostas e reenviar os supostos gabaritos por WhatsApp durante a realização do exame.
Em nota, a Secretaria informou que a irregularidade foi identificada pelas equipes de fiscalização da Fundação Carlos Chagas (FCC), responsável pela organização do concurso.
“A banca organizadora adotou todos os protocolos de segurança previstos para a realização das provas, incluindo detectores de metais, acondicionamento obrigatório de eletrônicos em envelopes lacrados e fiscalização contínua durante a aplicação”, destacou a pasta.
Ainda conforme a Secretaria da Economia, a Polícia Civil (PC) foi acionada imediatamente após a descoberta do esquema e conduziu o suspeito para os procedimentos legais.
O candidato acabou eliminado do concurso, conforme previsão do edital. A esposa dele também foi presa por participação na fraude, mas ambos foram liberados após pagamento de fiança.
O concurso para auditor fiscal oferece salário inicial de R$ 28,5 mil, além de 50 vagas imediatas e 25 para cadastro de reserva.
Confira a nota da Secretaria da Economia na íntegra
A Secretaria da Economia informa que a ocorrência registrada durante a aplicação do concurso para auditor fiscal, neste domingo (17), em Goiânia, foi identificada pelas equipes de fiscalização da Fundação Carlos Chagas (FCC), responsável pela organização do certame.A Polícia Civil foi acionada e conduziu o suspeito para os procedimentos legais cabíveis. A banca organizadora adotou todos os protocolos de segurança previstos para a realização das provas, incluindo detectores de metais, acondicionamento obrigatório de eletrônicos em envelopes lacrados e fiscalização contínua durante a aplicação.
O caso foi pontual, identificado durante a realização das provas, e não compromete a lisura do concurso.


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