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Rio de Janeiro enterra policiais mortos em megaoperação que deixou 117 suspeitos mortos

A operação, que teve como alvo áreas dominadas pela facção Comando Vermelho, foi apresentada pelo governo estadual como uma resposta à crescente atuação do crime organizado na região




Jornal Opção

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Quatro policiais mortos durante uma das maiores operações de segurança pública do Rio de Janeiro foram sepultados, nesta quinta-feira, 30, em cerimônias marcadas por homenagens e comoção.


A ação, realizada nesta terça-feira, 28, nos Complexos do Alemão e da Penha, na zona norte da capital fluminense, também resultou na morte de 117 suspeitos, segundo balanço oficial.


Entre os agentes mortos estão o sargento Heber Carvalho da Fonseca e o policial militar Cleiton Serafim Gonçalves, ambos do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope).


Fonseca foi sepultado no cemitério de Sulacap, na zona oeste do Rio, com o caixão coberto pela bandeira nacional e escoltado por um caminhão do Corpo de Bombeiros. Familiares, colegas de farda e autoridades estiveram presentes para prestar as últimas homenagens.



Pela Polícia Civil, perderam a vida Marcus Vinícius Cardoso de Carvalho, conhecido como “Máskara”, de 51 anos, chefe da 53ª Delegacia de Polícia (Mesquita), e Rodrigo Velloso Cabral, de 34 anos, inspetor da 39ª DP (Campo Grande), que havia ingressado na corporação há apenas dois meses.


A operação, que teve como alvo áreas dominadas pela facção Comando Vermelho, foi apresentada pelo governo estadual como uma resposta à crescente atuação do crime organizado na região.


De acordo com dados divulgados pelas autoridades, 54 corpos foram encontrados no dia da ação e outros 63 foram localizados por moradores em uma área de mata no Complexo da Penha, na quarta-feira, 29.


Além das mortes, a força-tarefa resultou na prisão de 113 suspeitos e na apreensão de um arsenal composto por 118 armas, incluindo 91 fuzis, 26 pistolas e um revólver, 14 artefatos explosivos e uma quantidade ainda não especificada de drogas.

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