PF investiga contratos entre OS que administrou hospitais em Goiás e empresas terceirizadas
- pereiraalves4
- 2 de jun. de 2025
- 1 min de leitura
Advogados contratados pelo Instituto Gerir para prestar serviços de compliance teriam usado informações privilegiadas para vencer contratos por meio da DM Clean, onde seriam sócios ocultos
Jornal Opção

A Polícia Federal investiga suposto esquema para beneficiar uma empresa em licitações com informações privilegiadas.
Contratos de limpeza entre a empresa DM Clean e hospitais geridos pela organização social (OS) Gerir, que somam R$ 5 milhões, teriam beneficiado sócios ocultos ligados ao escritório de advocacia WFaria, contratado paralelamente pelo próprio Instituto Gerir para fiscalizar as unidades de saúde.
Em Goiás, a Gerir administrou até 2018 o Hospital de Urgências de Goiás Dr. Valdemiro Cruz (Hugo), hoje sob responsabilidade do instituto Albert Einstein; e o Hospital Estadual de Trindade Walda Ferreira dos Santos (Hetrin), hoje gerenciado pelo Imed.
Damari Angélica Ribeiro, sócia da DM Clean, denunciou que os advogados Wilson Rodrigues de Faria e Leonardo Mazzillo, contratados pelo Instituto Gerir para prestar serviços de compliance para a OS, usavam informações privilegiadas para vencer contratos por meio da DM Clean, onde seriam sócios ocultos. Os advogados negam tal sociedade.
Damari Ribeiro, que teve um relacionamento com Wilson Faria, trouxe o caso à atenção do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado, do Ministério Público Federal (Gaeco, MPF).
A DM Clean, que fechou as portas com dívidas de R$ 20 milhões, e Damari Ribeiro é investigada, e pede à Justiça o reconhecimento da sociedade com os advogados desde 2017, além de indenização.
A OS Gerir já foi alvo de operações da PF, como a Panaceia, em fevereiro de 2025.






.png)




Comentários