Peixe de 1,8 metro pescado no Rio Araguaia não pode ser consumido e deve ser devolvido à água
Segundo a lei estadual de Goiás, o piraíba e mais sete espécies estão proibidos de serem abatidas na Bacia Hidrográfica do Araguaia-Tocantins. Guia diz que manter espécie viva é mais vantajoso para comunidade.
G1-Goiás

Um peixe piraíba de 1,8 metro pescado no Rio Araguaia, em Nova Crixás, na região norte de Goiás, não pode ser consumido e deve ser devolvido para a água, explicou o guia Wesley Silva. O animal está entre as espécies de peixes proibidas de serem consumidas, inclusive no local de pesca.
Segundo a lei estadual, o piraíba e mais sete espécies estão proibidos de serem abatidas na Bacia Hidrográfica do Araguaia-Tocantins. Entre as outras espécies proíbidas de serem pescadas e abatidas, estão:
Bargada;
Jaú;
Piranambú, surubim-de-canal;
Pirapitinga-do-sul;
Piraíba, filhote, piratinga;
Pirarara;
Pirarucu, pirosca; e
Rubinho.
O guia contou que manter o piraíba vivo é muito mais vantajoso para comunidade que vive ao redor do Rio Araguaia. “Faz dó matar um peixe desse. Ele vivo vale muito mais, pois traz um movimento para o Araguaia, para as pousadas. Vem gente de todo o canto do Brasil fazer essa pescaria”, explica.
Wesley já foi responsável por fisgar um piraíba de 1,8 metro na Região da Viúva, em Nova Crixás. "Já peguei um de 1,92, um 1,80, de vários tamanhos", relatou.


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