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Laudo aponta que veneno usado para matar mãe e filho foi colocado em doces, diz perícia

Segundo a Polícia Científica, substância não alterou sabor e não tinha cheiro. Segundo a Polícia Civil, Amanda Partata está presa suspeita de matar os dois após não aceitar fim de relacionamento.



G1-Goiás

Advogada Amanda Partata (lado esquerdo), Leonardo Pereira Alves (meio) e Luzia Alves (lado direito), em Goiânia, Goiás — Foto: Reprodução/Redes Sociais





O laudo da Polícia Científica apontou que a substância usada para matar mãe e filho, Luzia Tereza Alves e Leonardo Pereira Alves, foi colocada em potes de doces, em Goiânia. Segundo a perícia, a substância ingerida pelas vítimas causou uma intoxicação por envenenamento.


Segundo a Polícia Civil, a advogada Amanda Partata está presa suspeita de matar os dois após não aceitar o fim do relacionamento com o filho de uma das vítimas. Em nota, os advogados dela disseram que aguardam o desenrolar das investigações para comentarem sobre as acusações. A defesa de Amanda contesta a legalidade da prisão.


A Polícia Científica disse ainda que dois potes estavam com a substância, que é considerada um veneno 'potente' e que foi usado em grande quantidade. Mesmo em pequenas doses, a substância é tóxica e letal, e não tem sabor nem odor, ou seja, não é possível ser percebida.


A perita criminal Mayara Cardoso informou nesta quarta-feira (27), que foi realizado um exame toxicológico em amostras coletadas no local do crime e amostras retiradas dos corpos das vítimas.


O nome da substância não foi divulgado. Ao todo, foram analisadas quatro amostras de bolo, das quais duas estavam contaminadas. Também foram analisadas colheres, sucos e outros itens encontrados no local. A substância não foi encontrada no suco do café da manhã da família.



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