Idosa é condenada por inventar atropelamento e acusar motorista de app em Aparecida
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Justiça entendeu que idosa agiu com o objetivo de conseguir vantagem financeira sobre o motorista de app
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Uma idosa, 60, foi condenada por inventar atropelamento e acusar motorista de aplicativo (app) pelo falso acidente, em Aparecida de Goiânia. O caso, ocorrido em 27 de fevereiro de 2024, só teve desfecho no último dia 24 de abril de 2026, quando ela, cujo nome não foi revelado, recebeu sentença de 2 anos de prisão.
O entendimento do desembargador Oscar Sá Neto, foi de que a condenada provocou um falso atropelamento, se jogando contra a lateral do veículo para simular o acidente. A decisão da 1ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Goiás, concluiu que a idosa agiu com o intuito de se beneficiar financeiramente.
Tudo começou quando a idosa procurou a Polícia Civil (PC) para denunciar o motorista. Na ocasião, ela afirmou ter sido atingida pelo veículo e que o motorista teria fugido na sequência, furando sinal vermelho.
No registro, a idosa disse ainda que precisou ficar internada por dias em razão de supostas sequelas e desmaios provocados pelo alegado atropelamento. No entanto, ao iniciar as investigações, a Polícia Civil (PC) contestou a versão apresentada pela mulher.
Idosa inventou atropelamento
À corporação, o motorista explicou que parou antes da faixa e, ao retomar a locomoção devagar, a mulher se desequilibrou ao tentar se apoiar no veículo. O condutor afirmou ainda que prestou socorro, ajudou a vítima e deixou contato com testemunhas antes de sair, devido a reação negativa de populares.
A versão do motorista foi confirmada por meio de levantamentos de imagens de videomonitoramento, além de laudos periciais. A conclusão é de que o carro estava em baixa velocidade e que a mulher, caminhando em direção ao carro, se lançou contra a lateral, simulando o atropelamento.


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