Greve à vista: motoristas do transporte coletivo de Goiânia seguem sem reajuste no salário
- pereiraalves4
- 7 de jun. de 2025
- 1 min de leitura
Falta de negociações tem gerado frustrações nos bastidores, levando envolvidos a se indignarem com a situação
Portal 6

A negociação salarial entre motoristas do transporte coletivo e as empresas responsáveis pelo serviço em Goiânia segue sem avanços concretos, mesmo três meses após o vencimento da data-base da categoria, em 1º de março.
Até agora, o Sindicato das Empresas de Transporte Coletivo (SET) não apresentou nenhuma proposta formal, o que tem gerado frustração entre os trabalhadores. A próxima reunião está marcada para terça-feira (10), às 14h, e, caso o impasse continue, a possibilidade de greve volta a entrar no horizonte.
Segundo o presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Coletivos (Sindcoletivo), Carlos Alberto Luiz dos Santos, a condução das negociações neste ano tem sido ainda mais difícil do que em períodos anteriores.
Ele também relatou que o sindicato participou de seis reuniões com os representantes das empresas, mas nenhuma resultou em avanço prático, sendo que os encontros foram marcados somente por “promessas” e “nenhuma proposta concreta”.
Além das rodadas que aconteceram, outras cinco reuniões chegaram a ser desmarcadas pelas empresas, o que, para Carlos Alberto, demonstra descaso.
A reivindicação principal da classe é um reajuste salarial entre 8% e 9%, além de melhorias nas condições de trabalho, como redução da carga horária, menor tempo de intervalo para refeições e adequações nas salas de descanso nos terminais.






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