Goiás registra 12º caso de febre amarela em macacos
- pereiraalves4
- 21 de out.
- 2 min de leitura
No total, cinco primatas foram encontrados mortos no local
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A Secretaria de Estado de Saúde confirmou que um macaco com febre amarela foi encontrado morto no condomínio de luxo Jardins Madri, em Goiânia, nesta segunda-feira (20). Com o novo registro, o Estado soma 12 casos da doença em primatas, sendo três na capital, três em Abadia de Goiás, um em Guapó, um em Hidrolândia, um em Firminópolis, dois em Aparecida de Goiânia e um em Bela Vista de Goiás.
Desta vez, cinco macacos foram encontrados sem vida no condomínio. Dois foram levados para análise e, até o momento, apenas um deles testou positivo para a doença. O outro animal ainda segue em análise. Os outros três estavam em estado avançado de decomposição.
O condomínio adotou as devidas providências recomendadas pela Superintendência de Vigilância em Saúde, como a vacinação dos moradores e fixação de informativos de alerta sobre o caso.
O que é a febre amarela?
A febre amarela é uma infecção viral transmitida por mosquitos silvestres, principalmente dos gêneros Haemagogus e Sabethes. Com evolução rápida e alta letalidade nas formas graves, a doença afeta tanto seres humanos quanto macacos.
Lembrando que os primatas não transmitem a doença, mas funcionam como importantes “sentinelas”, sinalizando a presença do vírus na região. A população deve compreender que eliminar macacos não interrompe o ciclo da febre amarela. Ao contrário, compromete o sistema de vigilância, já que a observação dos primatas permite identificar a circulação do vírus.
Os sintomas incluem febre alta, dores no corpo, cefaleia intensa, náuseas e vômitos. Em casos mais graves, a doença pode evoluir para icterícia, hemorragias e comprometimento de órgãos como fígado e rins. Ao identificar os sinais, a orientação é procurar atendimento médico imediato.

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