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Goiás já registra 166 mortes por doenças respiratórias em 2026

  • há 5 horas
  • 2 min de leitura

Pacientes mais afetados são aqueles com mais de 60 anos ou menos de dois anos de idade. Anápolis foi a cidade mais atingida





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Goiás já registrou 166 mortes por doenças respiratórias em 2026, conforme dados da Secretaria de Estado de Saúde (SES) atualizados nesta quarta-feira (06).


Ao todo, o ano já somou 3.359 casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), que atingiram 1.784 homens e 1.575 mulheres.


As causas foram variadas: 1.179 casos (35,10% do total) não tiveram origem determinada. Outros 242 (7,20%) foram causados por Influenza, 60 (1,79%) por Covid-19, e quatro (0,12%) por outro agente etiológico.


A maioria dos diagnósticos, 1.342 (39,95%), se originaram de outro vírus respiratório, enquanto 532 casos (15,84%) seguem sob investigação.


Proporcionalmente, destacam-se os municípios de Corumbá de Goiás, Anápolis e Gameleira de Goiás.


Quando analisados apenas os diagnósticos, a faixa etária mais afetada foi a dos menores de dois anos: 1.455 bebês enfrentaram a SRAG. A segunda mais afetada foi a de quem tem 60 anos ou mais: 595 idosos entraram na lista.


Para os óbitos confirmados, a faixa etária se inverte. Os mais afetados, nesse caso, são os idosos, que correspondem a 106 das mortes. Também faleceram 15 bebês com menos de dois anos, dois entre 2 e 4 anos, e uma criança de 5 a 9 anos.


Além disso, três adolescentes entre 10 e 19 anos, três jovens entre 20 e 29, sete adultos de 30 a 39 anos, 11 na faixa etária de 40 a 49, e 18 entre 50 e 59 anos.


A maioria dos óbitos por doenças respiratórias em Goiás foi de mulheres: 84, , que se somaram a 82 homens.


Novamente, a maior parte dos diagnósticos que levaram à morte no estado não tiveram origem definida.


Do total, 110 não foram especificados, cinco foram por Covid-19, 13 por Influenza, um por outro agente etiológico e 37 por outro vírus respiratório.


Quando analisados os municípios goianos, 46 tiveram pelo menos uma morte por SRAG. Anápolis foi a cidade mais atingida, pois registrou 67 falecimentos. Goiânia aparece com 25, Aparecida de Goiânia tem oito, e Trindade, seis.


Vale lembrar que Goiás está em situação de emergência de saúde pública desde 15 de abril, quando o governador Daniel Vilela (MDB) reagiu à alta nos números de síndromes respiratórias.

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