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Filhas cobram punição de professora acusada de matar árbitro atropelado e ser filmada com garrafas

13 de set. de 2023
2 min de leitura

A motorista Elaine Chagas Cardoso aguarda o andamento do processo em liberdade. Na época, ela confessou a polícia que bebeu antes de dirigir e foi filmada bebendo após o atropelamento.


G1-Goiás

Elaine Chagas, de 45 anos, presa por atropelar e matar o árbitro Edivaldo Marinho em Senador Canedo, Goiás — Foto: Reprodução/Redes Sociais



A família de Edivaldo Marinho, árbitro de futebol que morreu após ser atropelado por uma professora que dirigia embriagada, em Senador Canedo, cobra que a motorista seja punida pelo crime. Mesmo tendo confessado à polícia que bebeu antes de dirigir e, ainda, ter sido filmada bebendo no local após o atropelamento, Elaine Chagas Cardoso aguarda o andamento do processo em liberdade.


“A sensação de impunidade é o que está nos matando. Ele não estava fazendo nada de errado, estava exercendo apenas o direito dele de ir e vir. Pela lei quem bebe e dirige já está cometendo um crime. O crime já começou aí. A justiça tem que ser feita”, cobrou Evellen Marinho, uma das filhas de Edivaldo.


A defesa de Elaine disse que aguarda o andamento do processo.


Relembre o acidente

O crime aconteceu no dia 9 de julho, na GO-537. Um vídeo mostra quando a moto conduzida por Edivaldo é atingida pelo carro da professora. A batida foi de frente e a morte do árbitro instantânea. Na época, o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) esteve no local somente para constatar o óbito.


De acordo com o processo, após o acidente, a professora continuou bebendo no local. Em depoimento à polícia, Elaine disse que estava indo almoçar com o namorado e que estava internada em uma clínica, mas conseguiu liberação para passar o fim de semana em casa e voltar domingo à noite.


O teste do bafômetro na motorista apontou embriaguez com resultado de 0,79 miligramas por litro de ar expelido. Por esses motivos, ela foi presa em flagrante.

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