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Fazendeiro suspeito de matar empresário durante briga em Ceres é preso

  • há 2 dias
  • 2 min de leitura

José Alves Carneiro foi detido após se apresentar na delegacia. Crime teria sido motivado por uma dívida da vítima com o autor.





G1-Goiás




O suspeito de matar o empresário Júlio Cesar de Araújo, de 55 anos, durante uma discussão em Ceres, foi preso na segunda-feira (13) após se apresentar na delegacia. José Alves Carneiro, de 57 anos, tinha um mandado de prisão em aberto e está detido preventivamente, segundo reportagem da TV Anhanguera.


Júlio foi morto a tiros na sexta-feira (10). O caso aconteceu após uma briga iniciada no interior da loja da vítima e finalizada do lado de fora, quando ele foi baleado, segundo a Polícia Civil.


À TV Anhanguera, a defesa do suspeito informou que não irá se manifestar sobre o caso.


A discussão foi registrada por câmeras de segurança do estabelecimento. Nas imagens, divulgadas pela Polícia Civil, Júlio e José aparecem discutindo até que a situação evolui para agressões físicas.


Outro vídeo, gravado por uma testemunha, mostra o momento do lado de fora. Nele, é possível ouvir cinco disparos. Em seguida, José entra em uma caminhonete e deixa o local, enquanto pessoas se aproximam do corpo de Júlio.


Desentendimento financeiro é investigado


De acordo com as investigações, a discussão teria sido motivada por um desentendimento financeiro entre os dois. Segundo a Polícia Civil, Júlio já havia relatado que estava sendo ameaçado, o que pode indicar premeditação.


Nas imagens gravadas dentro da loja, Júlio aparece atrás do balcão gesticulando durante a discussão. Em seguida, ele vai para o interior do estabelecimento, mas o bate-boca continua, com José do lado de fora da sala, até que a vítima se aproxima e é puxada pelo braço pelo suspeito.


Uma funcionária tenta intervir, mas a briga segue para a área externa da loja. Outra câmera registrou o momento em que os dois trocam chutes e socos, até que Júlio cai e é baleado.


Em uma gravação feita por uma testemunha próxima a um veículo, é possível ouvir os cinco disparos e ver o momento em que José entra na caminhonete e foge logo após o crime.


Segundo a Polícia Civil, o histórico de ameaças relatado por Júlio reforça a linha de investigação de que o assassinato pode ter sido premeditado.



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