Dia D da vacinação: mais de 30 mil postos abrem neste sábado para atualizar caderneta de crianças e adolescentes
- pereiraalves4
- 18 de out.
- 2 min de leitura
Mobilização nacional coordenada pelo Ministério da Saúde distribui 22 milhões de doses e busca ampliar a cobertura vacinal após anos de queda.
G1-Goiás

O Ministério da Saúde realiza neste sábado (18) o Dia D da Campanha Nacional de Multivacinação, uma grande mobilização para atualizar a caderneta de crianças e adolescentes menores de 15 anos.
Mais de 30 mil salas de vacinação estarão abertas em todo o país, com 22 milhões de doses distribuídas e 16 vacinas disponíveis. A ação tem parceria com estados e municípios.
Vacinas e público-alvo
Durante o mutirão, pais e responsáveis poderão levar os filhos a qualquer Unidade Básica de Saúde (UBS) para atualizar o cartão de vacinas. Estarão disponíveis imunizantes como BCG, hepatite A e B, pólio, tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola), meningite, rotavírus, varicela, influenza, covid-19 e febre amarela, entre outros.
Três vacinas também serão oferecidas para outras faixas etárias: HPV, para adolescentes de até 19 anos, e sarampo e febre amarela, para adultos de até 59 anos.
O acompanhamento da situação vacinal pode ser feito pelo aplicativo Meu SUS Digital, que envia alertas sobre próximas doses, lembretes e permite consultar quais vacinas já foram aplicadas.
Recuperação das coberturas vacinais
Depois de anos de queda, o Brasil voltou a registrar melhora nas coberturas vacinais. Em 2024, 15 das 16 vacinas do Calendário Nacional tiveram aumento na adesão — um marco após a retomada das grandes campanhas de mobilização iniciada em 2023.
Um dos principais avanços foi o da tríplice viral, que superou 95% de cobertura no ano passado e garantiu ao país o reconhecimento da Organização Mundial da Saúde (OMS) como livre da circulação do vírus do sarampo.
Segundo o ministério, o objetivo agora é manter a eliminação do sarampo e da poliomielite, reforçar o combate à hesitação vacinal e ampliar a proteção contra doenças como a febre amarela, especialmente nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Paraná, onde há maior risco de transmissão.

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