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China escolhe Goiás para polo industrial que deve gerar 12 mil empregos, mas há um impasse

Prefeitura, por sua vez, tenta resolver questão de forma judicial





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Com investimentos de empresários chineses, o projeto da Prefeitura de Águas Lindas de Goiás para a construção de um polo industrial que poderia gerar cerca de 2 mil empregos diretos e mais de 10 mil indiretos, enfrenta um impasse.


Conforme apurado pelo portal Metrópoles, a trava envolve uma fazenda pertencente a uma família, que estaria impedindo a continuidade da obra. O município, por sua vez, tenta resolver a questão na Justiça. O processo já chegou até o Superior Tribunal de Justiça (STJ), mas ainda não foi concluído.


Para que o projeto avance, é necessário que as terras da família Simonassi sejam desapropriadas. No entanto, a Prefeitura não chegou a um acordo com os proprietários e não quitou integralmente as indenizações. Segundo os autos, o município pagou R$ 659 mil dos R$ 881 mil previstos.


A defesa da família argumenta que o município não incluiu no orçamento os recursos destinados às desapropriações — o que, conforme a legislação, é obrigatório para que a posse do terreno seja tomada.


Em nota ao Metrópoles, a Prefeitura informou que o terreno onde será construído o polo foi desapropriado de forma regular e dentro da lei, e que já apresentou uma nova proposta de acordo. O caso segue sendo mediado pela Justiça, e a administração espera uma solução amigável.


Detalhes do polo industrial


O projeto prevê a ocupação de uma área de 34 hectares. Ao todo, 62 empresas nacionais já demonstraram interesse, além de investidores chineses das companhias Shenzhen, Zhongshan e Haikou. O investimento total é estimado em R$ 2 bilhões, que também contempla o Centro de Convenções ITEC e outras instalações.


O local será destinado à produção de veículos elétricos, painéis de LED, equipamentos industriais e contará ainda com espaços para treinamento e inovação tecnológica.

 
 
 

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