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Caso Larissa: polícia indica que fisoterapeuta foi vítima de latrocínio e estupro

Principal suspeito tentou enganar as autoridades com informações sobre suposto mandante


Olha Goiás


A Polícia Civil (PC) revelou que a fisioterapeuta Larissa Araújo, cujo corpo foi encontrado na manhã desta segunda-feira, foi vítima de um crime envolvendo latrocínio (roubo seguido de morte) e estupro. Segundo as investigações, o motorista do carro, apontado como o principal suspeito e com um histórico extenso de crimes patrimoniais, tentou enganar as autoridades ao mencionar um suposto mandante do crime.


O delegado do Grupo de Investigação de Homicídio, Adelson Candeo, explicou que o motorista, quando interrogado sobre a pessoa que teria passado o carro para ele, mencionou apenas um “indivíduo bombado”, oferecendo poucas informações sobre essa pessoa. No entanto, após diligências policiais e a apresentação de fotos, o motorista apontou um homem chamado Marcos como possível envolvido no caso. Marcos foi levado para a delegacia, mas não foram encontradas evidências que o ligassem ao crime.


“Esse indivíduo foi muito colaborativo, demonstrou suas redes sociais, seu aparelho de telefonia, demonstrou que não devia, que não tinha envolvimento com o crime”, contou o delegado.


Segundo o promotor titular da 11ª Promotoria de Rio Verde, Paulo Brondi, o motorista do carro confessou a autoria do crime após ser interrogado na delegacia. A suspeita da PC é que o motorista do carro, atualmente detido, teria invadido a casa da vítima no início da manhã, possivelmente se aproveitando de uma porta aberta, já que não foram encontrados sinais de arrombamento.


“A ideia que era praticar um furto, acabou se tornando um roubo, um assalto, já que a vítima estava no local, e evoluiu pra violência sexual”, disse o delegado. De acordo Adelson, material genético masculino foi encontrado no corpo da vítima, corroborando as suspeitas de estupro no caso.

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