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A conversa de paz entre Luiz do Carmo e José Mário Schreiner

  • há 4 horas
  • 2 min de leitura

O candidato a vice-governador já confirmou que vai procurar Zé Mário, com quem sempre teve boa relação, para dialogar



Jornal Opção





A política, como tudo na vida, é feita de escolhas (na maioria dos casos, escolhas difíceis). Por óbvio, com isso, uns comemoram enquanto outros lamentam… e não escondem a insatisfação. É o caso do presidente da Faeg, José Mário Schreiner, por exemplo.


O ex-deputado era um dos principais cotados para a vice de Daniel Vilela na disputa ao Palácio das Esmeraldas. No entanto, no final das contas, seu principal “concorrente” entre os prováveis vices, Luiz Carlos do Carmo, foi escolhido aos 45 do segundo tempo.


Diz-se que o forte apelo do segmento evangélico – e o apoio que pode vir desse eleitorado – foi um dos fatores decisivos para a escolha de Luiz do Carmo, irmão de uma das maiores lideranças da Assembleia de Deus de Goiás e do Brasil, o Bispo Oídes. Mas não somente um forte interlocutor com os evangélicos, Luiz é, antes de tudo, um político articulador nato.


O candidato a vice-governador já confirmou que vai procurar Zé Mário, com quem sempre teve boa relação, para conversar. Na verdade, além de querer a pacificação, ele não tem escolha. O próprio Marconi Perillo, candidato tucano ao governo, confirmou que sondou o presidente da Faeg para puxá-lo para seu grupo (rival de Daniel Vilela).


Segundo apurado pela coluna Bastidores, o tom da conversa que Luiz do Carmo pretende ter com Zé Mário será de transparência.


O candidato a vice de Daniel planeja explicar que a escolha de seu nome foi “pragmática” e envolve um acordo partidário há muito traçado (lembre-se: o Podemos fechou com o candidato governista e deve levar a ele uma fatia expressiva do voto do eleitorado evangélico).


De perfil sensato e ponderado, Zé Mário deve ceder. (T.P.)

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