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Sífilis em gestantes cresce 57% em Goiás

há 51 minutos
1 min de leitura

Em Goiânia, é possível fazer gratuitamente testes rápidos para sífilis, HIV e hepatites B e C no Centro de Saúde Cidade Jardim




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A taxa de detecção de sífilis em gestantes em Goiás subiu 57% entre 2021 e 2025, passando de 27,7 para 43,5 casos por mil nascidos vivos. O estado registrou 3.879 notificações em gestantes no ano passado, segundo dados divulgados pela Secretaria de Estado da Saúde (SES-GO). O aumento se refere à taxa de detecção, e não ao total de casos.


Em Goiânia, é possível fazer gratuitamente testes rápidos para sífilis, HIV e hepatites B e C no Serviço de Atenção Especializada e Centro de Testagem e Aconselhamento (SAE/CTA), no Centro de Saúde Cidade Jardim.


A sífilis pode não apresentar sintomas por um período, por isso a rede pública de saúde faz alerta para a população. Quem teve uma possível exposição pode procurar orientação e testagem sem esperar sinais da infecção. A doença tem tratamento, e o diagnóstico precoce é especialmente importante durante a gravidez, porque a infecção pode ser transmitida ao bebê e causar complicações.


A sífilis não tratada na gravidez pode ser transmitida da mãe para o bebê pela placenta (transmissão vertical), segundo o Ministério da Saúde, causando consequências graves para a gestação e para o recém-nascido. O parto prematuro, por exemplo, ocorre com maior frequência quando a gestante não é tratada a tempo.


A sífilis congênita precoce, manifestada até os 2 anos, pode incluir lesões na pele, hepatomegalia (aumento do fígado), alterações nos ossos (osteíte), pneumonia e comprometimento neurológico ou hematológico no bebê.

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