Servidores da Educação de Goiânia aprovam greve a partir desta terça, 11; CMEIs operam parcialmente
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Com a paralisação já em curso de forma parcial, Centros Municipais de Educação Infantil (CMEIs) operam hoje apenas com parte dos funcionários.
Jornal Opção

Os servidores administrativos da Rede Municipal de Educação de Goiânia decidiram deflagrar greve a partir desta terça-feira, 11 de agosto de 2026, após não chegarem a um acordo com a Prefeitura durante assembleia realizada nesta segunda-feira, 10.
Com a paralisação já em curso de forma parcial, Centros Municipais de Educação Infantil (CMEIs) operam hoje apenas com parte dos funcionários.
A decisão ocorre após uma série de negociações conduzidas pelo Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Goiás (Sintego), que cobra avanços na construção do Plano de Carreira dos servidores administrativos.
Na assembleia desta segunda, a categoria rejeitou qualquer possibilidade de acordo nos termos apresentados até o momento e confirmou o início da greve.
Na semana passada, em assembleia extraordinária realizada no dia 3 de agosto, a presidenta em exercício do Sintego, professora Ludmylla Morais, apresentou à categoria os detalhes das tratativas com o Paço Municipal.
A comissão responsável pelas negociações inclui ainda a deputada estadual Bia de Lima, além de representantes dos cargos administrativos da rede.
Na ocasião, os trabalhadores rejeitaram por unanimidade a proposta da Prefeitura de Goiânia, que previa a redução dos percentuais entre níveis e letras da carreira. Segundo a categoria, a medida não representa valorização profissional e está aquém das reivindicações apresentadas.
Como resposta, os servidores aprovaram uma contraproposta, que foi levada à administração municipal. No entanto, sem avanço nas negociações até esta segunda-feira, 10, a categoria optou por iniciar a greve.
Prefeitura diz não ter sido comunicada oficialmente
Procurada, a Prefeitura de Goiânia informou que não recebeu comunicação oficial sobre a deflagração da greve.
Normalmente, o sindicato precisa cumprir os prazos legais antes da paralisação e garantir a comunicação prévia às famílias dos alunos.
A paralisação deve impactar principalmente o funcionamento dos CMEIs e setores administrativos das unidades escolares. Uma nova assembleia da categoria pode ser convocada ao longo da semana para avaliar os desdobramentos da greve e eventuais avanços nas negociações.


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