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Sem técnico, torcida e estádio, Vasco tenta estancar crise e encerrar seu maior jejum

Globo Esporte


Após todo investimento realizado no início da temporada, com mais de R$ 100 milhões injetados em reforços, talvez nem o mais pessimista torcedor do Vasco imaginasse chegar à 12ª rodada do Campeonato Brasileiro na atual situação. Penúltimo colocado, com sua pior campanha na história do Campeonato Brasileiro, o time vive a sua maior seca na era dos pontos corridos. São dez jogos sem vitória.

O momento é delicado dentro e fora de campo. A sequência de seis derrotas derrubou o técnico Maurício Barbieri, demitido na sexta-feira, e o clube ainda não encontrou um substituto.

O diretor Paulo Bracks vem trabalhando, mas tem sido fácil uma busca fácil. Nomes como Rogério Ceni, Ramón Diaz e Roger Carvalho são especulados, mas não há confirmação da diretoria. Os dirigentes adotaram silêncio, até mesmo com agentes conhecidos no mercado, e ainda não se manifestaram após o jogo contra o Goiás. Treinador do sub-20, William Batista estará à frente do time nesta segunda.

Fora de campo a situação também é dramática. Em meio à sequência de quatro jogos no Rio de Janeiro (o primeiro foi contra o Goiás), o clube foi punido preventivamente pelo STJD e terá de jogar por 30 dias com portões fechados, por conta da confusão em São Januário, na última quinta. O Vasco tentou efeito suspensivo, mas teve o recurso negado.

Para piorar, a Justiça do Rio de Janeiro interditou São Januário. O Vasco recorreu, mas o pedido foi negado neste sábado no plantão judiciário. Por isso o jogo foi transferido na véspera para o estádio Luso-Brasileiro, na Ilha do Governador.

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