Síndico diz que matou corretora sozinho: ‘Meu filho não tem nada a ver com isso’
- 29 de jan.
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Cléber Rosa de Oliveira e o filho foram presos temporariamente nesta quarta-feira (28). A polícia acredita que Maicon Douglas de Oliveira pode ter auxiliado o pai a ocultar provas do crime.
G1-Goiás

O síndico Cléber Rosa de Oliveira, que confessou ter matado a corretora de imóveis Daiane Alves Souza, de 43 anos, disse que cometeu o crime sozinho, sem a ajuda do filho, Maicon Douglas de Oliveira. Os dois foram presos temporariamente em Caldas Novas, no sul de Goiás, e a polícia suspeita que o filho tenha ajudado o pai a ocultar provas.
“Meu filho não tem nada a ver com isso”, disse o síndico em trecho exibido pela TV Anhanguera.
Em entrevista à TV Anhanguera, o advogado Felipe Borges de Alencar disse que a defesa tem postura colaborativa e emitirá uma nota quando tiver acesso aos autos do processo. A defesa de Maicon não foi localizada.
A declaração do investigado foi feita nesta quarta-feira (28), quando chegava na central de delegacias especializadas, em Goiânia. Cléber é suspeito do crime de homicídio, enquanto a polícia investiga se Maicon auxiliou o pai a ocultar provas.
Daiane estava desaparecida desde o dia 17 de dezembro de 2025, quando desceu ao subsolo do prédio onde morava, em Caldas Novas. Ela e o síndico tinham um histórico de brigas e processos na justiça.
Apesar de Cléber dizer que o filho é inocente, a polícia afirma que Maicon deu um celular novo ao pai, o que poderia ser uma forma de tentar ocultar provas em uma possível apreensão do telefone.
“A prisão foi solicitada, em primeiro momento, para que a gente pudesse entender se essa participação já acontecia desde a prática desse homicídio ou se só aconteceu depois que o crime ocorreu”, explicou André em entrevista à TV Anhanguera.
Prisões
Pai e filho foram presos na madrugada desta quarta-feira, no prédio onde moravam. De acordo com a polícia, as prisões temporárias têm duração de 30 dias, com possibilidade de prorrogação pela mesma quantidade de tempo.
Cléber é investigado por homicídio e ocultação de cadáver. Após a prisão, o síndico confessou o crime e levou a polícia até o local onde deixou o corpo de Daiane, a cerca de 15 km de Caldas Novas, em uma região de mata.






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