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Rueda explica negociação do Santos com fundo do Catar

Globo Esporte


O presidente do Santos, Andres Rueda, explicou nesta terça-feira, durante reunião do Conselho Deliberativo, como estão as negociações entre o clube e o QSI, o Qatar Sports Investments, fundo dono do PSG, para uma possível parceria de investimento no futebol do Peixe.

De acordo com Andres Rueda, o Santos não tem interesse em se tornar SAF e vender mais de 49% de suas ações, perdendo, assim, o controle do clube. O presidente explicou que as negociações até o momento são para que os possíveis interessados invistam apenas no futebol do Peixe, com um aporte financeiro.

Em sua resposta, Andres Rueda não citou nominalmente o QSI, fundo com o qual negocia desde o fim do ano passado, com o intermédio do pai do atacante Neymar. A pergunta, porém, feita por alguns conselheiros, era especificamente sobre as negociações com o Qatar Sports Investments.

– O que fizemos? Criamos um modelo de parceria que fosse interessante para o clube, sem a venda do clube, com o sócio sendo majoritário. Esse modelo prevê aporte de dinheiro de um parceiro, claro que com um percentual minoritário, recursos fartos para ser investido no futebol. O Santos precisa de alguém que invista no futebol, isso acontecendo a gente consegue pagar as contas. Desenhamos esse modelo, apresentamos e estamos negociando. Recebendo a proposta formal, vamos apresentar ao Conselho e ele aprova ou não aprova – explicou Rueda.

O ge havia revelado, ainda em maio, as negociações do Santos com o QSI. Desde então, as conversas seguem acontecendo para que o fundo que administra o PSG invista no departamento de futebol do Peixe.

O próximo passo é uma possível proposta do QSI que deve chegar ao Santos nas próximas semanas, para que o assunto seja levado ao Conselho Deliberativo.

Esse modelo pensado por Andres Rueda é o utilizado por outros clubes no mundo, mas seria inédito no Brasil. O Bayern de Munique, da Alemanha, é uma sociedade anônima com 75% de suas ações, enquanto 8,33% pertencem à Audi, 8,33% à Adidas e 8,33% à Allianz. Porto e Benfica, de Portugal, também têm a maioria de suas ações, enquanto o restante está dividido entre investidores.

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