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Quebra-molas de borracha são instalados Goiânia

  • há 9 minutos
  • 2 min de leitura

Equipamentos já foram instalados em três pontos da capital. Modelo de borracha dispensa obras e permite uso imediato da via.




G1-Goiás





Goiânia começou a receber novos redutores de velocidade feitos de borracha em ruas e avenidas da cidade. Os equipamentos, que substituem os modelos tradicionais de concreto ou asfalto, já foram instalados em pelo menos três pontos e fazem parte de um projeto da prefeitura para ampliar a segurança no trânsito.


Segundo a Secretaria de Engenharia de Trânsito (SET), os dispositivos são modulares, antiderrapantes e contam com faixas refletivas, o que melhora a visibilidade, principalmente durante a noite. A instalação também é mais rápida, já que os redutores são fixados diretamente no asfalto, sem necessidade de obras.


Onde já foram instalados


Os primeiros locais a receberem os equipamentos foram a Avenida Perimetral, no Setor Coimbra; a Avenida Pio Corrêa, no Jardim Mariliza; e a Rua Barão de Mauá, no Parque Oeste Industrial.


De acordo com a prefeitura, a escolha dos pontos segue critérios técnicos, priorizando vias com grande circulação de veículos e pedestres ou com maior risco de acidentes. A previsão é que até 250 redutores desse tipo sejam instalados na capital. Cada unidade custa, em média, R$ 3,5 mil e tem garantia de cinco anos.


Contrato emergencial e justificativa técnica


A contratação dos redutores foi feita em caráter emergencial, enquanto a prefeitura prepara um processo licitatório definitivo para a sinalização viária na cidade.


A inclusão dos quebra-molas de borracha no contrato emergencial foi baseada em um Estudo Técnico Preliminar (ETP), que identificou situações de risco iminente à segurança viária em Goiânia e apontou a necessidade de uma resposta rápida do poder público.


De acordo com a SET, o modelo modular de borracha foi considerado a única solução viável no curto prazo por permitir instalação a seco e liberação imediata da via, ao contrário das lombadas tradicionais de asfalto, que exigem obra e tempo de execução, além do período de cura do material.


A secretaria também informou que os itens previstos no contrato emergencial são os mesmos incluídos no processo de licitação em andamento, e que a medida foi adotada para garantir a continuidade dos serviços de sinalização enquanto o processo definitivo não é concluído.

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