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Primeiro ônibus elétrico circula no Eixo Anhanguera, em Goiânia

Veículo passa por fase de avaliação antes de transportar passageiros



Olha Goiás




Os olhos atentos dos usuários do transporte coletivo de Goiânia já podem vislumbrar uma mudança significativa no horizonte urbano: o primeiro ônibus elétrico adquirido pelo Governo de Goiás está em circulação pelo Eixo Anhanguera. Contudo, antes de transportar passageiros, o veículo está passando por uma rigorosa fase de avaliação de desempenho.


Este marco representa não apenas uma evolução tecnológica, mas também uma mudança significativa na política de transporte da capital. Os testes em curso visam garantir que o novo ônibus atenda aos padrões de qualidade, segurança e acessibilidade esperados pelos cidadãos.


O Secretário-Geral de Governo, Adriano da Rocha Lima, destaca que este avanço é possível graças ao modelo de gestão adotado, que permite investimentos substanciais no transporte público. Com um investimento de R$ 4,3 milhões, o ônibus elétrico, denominado "Super Padron", é o maior do mundo, com 23 metros de comprimento e capacidade para transportar até 181 passageiros.


Além de ser uma alternativa mais sustentável, o veículo oferece conforto adicional aos passageiros, sendo climatizado, com ar-condicionado e rede wi-fi. Esse é apenas o primeiro passo de uma grande transformação prevista no Projeto Nova Rede Metropolitana de Transporte Coletivo (Nova RMTC).


O Subsecretário de Políticas para Cidades e Transporte SGG, Miguel Angelo Pricinote, explica que a fase atual de testes é crucial para avaliar a resposta do ônibus em diferentes condições de terreno e garantir sua eficiência operacional.


Após 15 dias de operação vazia e resultados satisfatórios, o veículo estará pronto para receber passageiros, representando um avanço significativo no transporte público da região. Essa é apenas uma parte de um plano maior, que inclui a eletrificação de toda a frota do Eixo Anhanguera e melhorias na infraestrutura do sistema de transporte.


Com um investimento total de R$ 1,6 bilhão, o projeto visa oferecer um serviço mais digno, seguro e de qualidade aos usuários do transporte coletivo. Até 2026, está prevista a renovação total da frota utilizada na grande Goiânia, abrangendo não apenas o Eixo Anhanguera, mas também o BRT Norte-Sul e linhas alimentadoras.

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