Percentual de jovens que não estudam nem trabalham é o menor já registrado em Goiás
- há 4 horas
- 2 min de leitura
O resultado é o menor desde 2019, quando a pesquisa passou a acompanhar essa série histórica
DM

Goiás alcançou, em 2025, o menor percentual já registrado de jovens que não estudam nem trabalham.
Dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua) Educação, divulgados nesta sexta-feira (19/6) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostram que 14,1% da população goiana de 15 a 29 anos não estava ocupada, nem frequentava escola, cursos ou afins. O índice equivale a 239 mil jovens e ficou abaixo da média nacional, de 17,5%.
O resultado é o menor desde 2019, quando a pesquisa passou a acompanhar essa série histórica. Naquele ano, 19,4% dos jovens goianos estavam fora da escola e do trabalho. Em seis anos, o recuo foi de 5,3 pontos percentuais. Em relação a 2024, quando o índice era de 14,3%, também houve redução, mantendo Goiás no menor patamar já registrado pelo levantamento.
Além da queda do grupo que está simultaneamente afastado da escola e da ocupação, os dados mostram ampliação da presença dos jovens em atividades produtivas e educacionais.
Em 2025, 85,9% dos goianos de 15 a 29 anos estavam ocupados, estudando ou conciliando as duas atividades. A parcela de jovens ocupados chegou a 64% no estado, considerando os que trabalhavam e estudavam (18,3%) e os que estavam ocupados e não estudavam (45,7%). Outros 22% não estavam ocupados, mas frequentavam escola ou cursos.
Para o governador Daniel Vilela, o indicador revela um avanço social importante, por mostrar que mais jovens estão conectados a oportunidades de formação, renda e desenvolvimento.
“Quando o percentual de jovens fora da escola e do trabalho cai ao menor nível da série histórica, isso mostra que Goiás está conseguindo abrir caminhos para a juventude. Estudar, trabalhar ou conciliar as duas coisas muda a perspectiva de futuro de uma pessoa e impacta diretamente a vida das famílias. Nosso compromisso é seguir integrando educação, qualificação profissional, proteção social e geração de oportunidades”, afirma.


.png)




Comentários