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PC prende membros de quadrilha suspeita de roubos de caminhões em Rio Verde

Motoristas eram sequestrados e veículos de carga subtraídos em ações coordenadas na região


Olha Goiás



A região de Rio Verde tem sido palco de uma série de roubos de caminhões que deixaram motoristas em perigo. As vítimas eram acionadas para realizar fretes, porém, ao chegar aos locais combinados, eram surpreendidas por criminosos armados e levadas para uma mata, onde eram mantidas reféns por horas a fio. Enquanto isso, seus veículos de carga eram subtraídos, causando prejuízos aos caminhoneiros.


A resposta veio da Polícia Civil de Goiás, através do Grupo Especializado de Repressão a Crimes Patrimoniais (GEPATRI) de Rio Verde, que conseguiu identificar e prender os membros da associação criminosa responsável por esses ataques. Os indivíduos foram identificados como Ricardo Alexandre Neves Bezerra Menezes, Marcus Tadeu Ferreira Silva Junior e Alexandre Henrique Tenorio da Rocha Junior.

As autoridades solicitaram a prisão dos suspeitos e a realização de buscas e apreensões em suas residências. As ordens judiciais foram cumpridas pelos policiais civis, resultando na prisão dos envolvidos.


De acordo com a PC, eles estão detidos na Casa de Prisão Provisória de Rio Verde e responderão por roubos agravados, devido à restrição à liberdade das vítimas, ao uso de armas de fogo e por integrarem uma associação criminosa armada. As penas para esses crimes podem chegar a mais de 20 anos de reclusão.


Esses desdobramentos positivos foram possíveis devido à integração das forças de segurança e à colaboração da Polícia Militar.

A Polícia Civil faz um alerta aos caminhoneiros, recomendando que tenham cautela antes de se deslocarem para locais de fretes. É essencial verificar a veracidade das informações fornecidas e a presença de testemunhas nos pontos de carregamento, a fim de evitar situações de risco.


Conforma a PC, a divulgação das imagens e da identificação dos suspeitos foi realizada em conformidade com as normativas legais, em especial a Lei nº 13.869/2019, a portaria normativa nº 02/2020/DGPC e a portaria nº 547/2021/DGPC. Isso foi feito em virtude do interesse público, com o propósito de identificar outras eventuais vítimas de crimes perpetrados por esses indivíduos, dada a suspeita de suas atividades recorrentes.

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