PC prende investigado por estupro de vulnerável e armazenamento de pornografia infantil em Anápolis
- pereiraalves4
- há 17 minutos
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Durante as investigações, o homem chegou a comparecer à delegacia acompanhando a vítima, que relatou a um psicológico ter sido abusada sexualmente pelo indivíduo.
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A Polícia Civil de Goiás, por meio da Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente ( Dpca) de Anápolis – 3ª DRP, prendeu no último domingo (1), Rangel Gonçalves Magalhães, de 28 anos, investigado pelo crime de Estupro de vulnerável e por armazenamento de conteúdo pornográfico infantil.
A Dpca recebeu, através do Disque 100 (Ouvidoria Nacional dos Direitos Humanos), denúncia de que uma criança, de 05 anos, vinha sendo abusada sexualmente por um amigo da genitora. Durante as investigações, o homem chegou a comparecer à delegacia acompanhando a vítima, que relatou a um psicológico ter sido abusada sexualmente pelo indivíduo.
Após representação da autoridade policial e autorização judicial, foi dado cumprimento à mandado de busca e apreensão na residência do investigado, sendo apreendido um aparelho celular.
O dispositivo foi analisado, sendo localizado material pornográfico infantil explícito, além de imagens da vítima, que comprovam a ocorrência do estupro. Nos arquivos do aparelho, ainda foram encontrados elementos de que o indivíduo acompanhava as postagens da prisões realizadas pela Dpca e de que estudava como a polícia investiga crimes dessa natureza.
Em paralelo, a Polícia Civil descobriu que o homem vinha frequentando diversas igrejas, onde se aproximava constantemente de crianças, colocando-as no colo e ainda se oferecendo para vigiá-las e levá-las ao banheiro.
Diante da gravidade do caso e do risco de novas vítimas, a Polícia Civil representou pela prisão preventiva do indivíduo, pedido que foi deferido, sendo o homem preso, na noite de domingo, durante um culto em uma igreja localizada no Bairro São José, em Anápolis.
Rangel vai responder pelos crimes de estupro de vulnerável e armazenamento de pornografia infantil, cujas penas máximas, somadas, chegam a 19 anos de prisão.
A divulgação da imagem e identidade do investigado encontra amparo na Lei nº 13.869/2019 e na Portaria nº 547/2021/DGPC, sendo autorizada por despacho fundamentado da Autoridade Policial responsável pelo inquérito policial. A medida visa ao interesse público e ao pleno esclarecimento do crime.
Fonte: Polícia Civil
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