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Pai nega que tenha matado o próprio filho de um ano e quatro meses, diz delegado

Segundo o delegado, o suposto autor é primário, sem antecedentes, com os dois únicos crimes cometidos na data dos fatos


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Pai é suspeito de matar o próprio filho de 1 ano e 4 meses (Foto: Corpo de Bombeiros - Divulgação)



O pai do bebê de um ano e quatro meses que foi encontrado morto em um córrego de Aparecida de Goiânia, na tarde do último domingo (7), negou ter praticado o crime em depoimento à Polícia Civil.


O delegado João Victor Sitônio Costa, que investiga o caso, diz que, ao indagar o homem sobre a morte do bebê, ele disse que não tinha a intenção de matá-lo. “Ele afirmou, em depoimento, que se afogou e soltou o filho, o qual foi levado pelas águas”, informa.


Apesar de negar ter cometido crime, o homem deve ser indiciado por homicídio qualificado (por motivo fútil, com emprego de meio cruel, contra menor de 14 ano e com agravante de ser pai da vítima), além de lesão corporal contra a esposa. Ele foi preso ainda no domingo em flagrante após o corpo do bebê ser encontrado pelo tio em um córrego no Setor Ibirapuera.


Segundo o delegado, o suposto autor é primário, sem antecedentes, com os dois únicos crimes cometidos na data dos fatos.


A morte


Segundo a Polícia Civil, o suposto autor teve uma briga com a companheira, na madrugada de domingo. Na ocasião, ele xingou e agrediu a mulher, e saiu levando o bebê.


De acordo com informações de testemunhas à polícia, vizinhos perceberam a movimentação de um adulto e o choro de uma criança na região de mata no Parque Ibirapuera, em Aparecida.


O Corpo de Bombeiros foi acionado e adentrou a região. Ao chegarem no local, encontraram o tio da criança, que informou ter localizado a vítima. Os militares encontraram o bebê já sem vida, dentro do córrego. A vítima foi retirada da água e deixada aos cuidados do Instituto Médico Legal (IML).


A Polícia Militar (PM) esteve no local e isolou a área. O pai do bebê se entregou na delegacia de Trindade, pois ficou com medo de ser morto por familiares da companheira.

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