top of page

MPGO denuncia vereador Idelson Mendes e delegado Dannilo Proto por fraude a licitações

  • há 9 minutos
  • 1 min de leitura

Vereador, delegado, servidores e advogados são acusados de esquema criminoso




Mais Goiás





O Ministério Público de Goiás (MPGO) formalizou, nesta semana, a primeira denúncia criminal contra o vereador Idelson Mendes e o delegado Dannilo Proto. Além deles, dois servidores e dois advogados também foram denunciados.


O grupo é acusado de estruturar uma organização criminosa que, entre 2023 e 2024, fraudou licitações e violou o sigilo funcional para obter benefícios próprios.


As investigações conduzidas pelo Gaeco Sul revelaram que o esquema não era apenas administrativo, mas contava com uma sofisticada “blindagem jurídica”.


Dois advogados — cujos nomes seguem sob sigilo — desempenhavam um papel ambivalente: atuavam como consultores jurídicos da Câmara Municipal enquanto representavam, secretamente, os interesses da empresa beneficiada pelas contratações.


Esse conflito de interesses, segundo o MP-GO, permitia que os advogados emitissem pareceres favoráveis a contratações diretas (por inexigibilidade de licitação) que já haviam sido previamente ajustadas.


Com isso, o grupo conseguia não apenas direcionar os contratos, mas também controlar a arrecadação das taxas de inscrição pagas por candidatos em processos públicos, desviando a finalidade dos recursos.


Tipificação dos crimes


Até o presente momento, o MPGO imputou aos envolvidos uma série de condutas delituosas que somam penas consideráveis:


  • Organização Criminosa: Pela associação estruturada para cometer crimes contra a administração.

  • Contratação Direta Ilegal: Pelo uso indevido de dispensas e inexigibilidades de licitação.

  • Falsidade Ideológica e Documental: Pela inserção de dados falsos em documentos públicos para simular legalidade.

  • Violação de Sigilo Funcional: Pelo uso de informações privilegiadas do Legislativo para favorecer o esquema.

Comentários


bottom of page