MotoGP: FIM emite comunicado para explicar problemas no asfalto e redução de corrida no GP do Brasil
No texto, a entidade afirma que os problemas enfrentados serão resolvidos antes do retorno da categoria ao Brasil
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A Federação Internacional de Motociclismo (FIM) emitiu, nesta segunda-feira (24/03), um comunicado, em nome da Direção de Provas da MotoGP, para explicar os problemas sofridos pelo asfalto do Autódromo Internacional Ayrton Senna, em Goiânia, que recebeu, no último final de semana, a segunda etapa da temporada de 2026 da principal categoria de motovelocidade do mundo.
Durante o final de semana do MotoGP Estrella Galicia 0,0 Grande Prêmio do Brasil, o principal defeito significativo foi um buraco na reta principal do autódromo, que, segundo a FIM, “surgiu devido ao colapso de um antigo sistema de esgoto subterrâneo não documentado”. No comunicado, a entidade cita que a irregularidade estava fora da linha de corrida, e foi imediatamente atendido e reparado.
Outro problema identificado foi uma degradação localizada do asfalto, causada pelo calor intenso e pela intensa atividade na pista, que ficou evidente após o término do Grande Prêmio de Moto2, no domingo (22/03). Mesmo com o trabalho realizado sobre o local, a Direção de Provas da MotoGP decidiu reduzir a corrida para 23 voltas (75% da distância original).
Por fim, o texto termina dizendo que “os problemas enfrentados no Brasil foram reconhecidos pela Promotora e pelo Circuito e serão resolvidos antes do retorno da MotoGP na próxima temporada”. Inclusive, os ingressos para o Grande Prêmio do Brasil de 2027, novamente em Goiânia, começaram a ser comercializados ainda na última segunda-feira (23/03).


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