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Menina foi encontrada morta a mais de 2 quilômetros da casa em que vivia em fazenda, diz polícia

  • há 3 horas
  • 2 min de leitura

Criança desapareceu na manhã de segunda-feira (15), em uma fazenda na zona rural de Doverlândia, no oeste de Goiás. Segundo a polícia, a hipótese inicial é que Maria Fernanda tenha saído sozinha de casa.



G1-Goiás





Desaparecida desde a manhã de segunda-feira (15), o corpo da pequena Maria Fernanda Cândido da Rocha foi encontrada na quarta-feira (17), após cerca de 48 horas de buscas.


O corpo estava às margens do Rio Paraíso, a mais de 2 quilômetros da casa onde ela morava com os pais em uma fazenda na zona rural de Doverlândia, no oeste de Goiás. A criança foi vista pela última vez por volta das 9h20 na Fazenda Vale do Paraíso. Maria Fernanda está sendo velada nesta quinta-feira (18), em Doverlândia.


Participaram da operação bombeiros, policiais, voluntários, cães farejadores, drones, mergulhadores e um helicóptero do Grupo de Radiopatrulhamento Aéreo (Graer). A menina completaria 2 anos no mesmo dia em que foi encontrada.


Nas primeiras horas da operação, equipes utilizaram drone com câmera térmica para varredura da área. Também foram realizadas buscas em um lago próximo à residência da família. Os bombeiros classificaram o cenário como complexo, devido à presença de mata fechada, corpos d'água, terreno irregular e animais soltos. Segundo o Corpo de Bombeiros, os cães farejadores localizaram a fralda que Maria Fernanda usava e seguiram o rastro deixado às margens do Rio Paraíso durante as buscas.


Hipótese é que criança saiu sozinha de casa


Segundo o delegado Ramon Queiroz, responsável pelo caso, a principal hipótese investigada é que Maria Fernanda tenha saído sozinha de casa. A polícia informou que foram encontradas pegadas compatíveis com o tamanho dos pés da criança e que não havia marcas indicando a presença de outras pessoas acompanhando o trajeto.


O delegado afirmou ainda que não foram observados sinais visíveis de violência no corpo da menina. Segundo ele, havia indícios compatíveis com afogamento, mas a causa da morte só poderá ser confirmada após a conclusão dos exames periciais.


"No corpo dessa criança, visivelmente, não havia nenhum sinal de violência. Estava com sinais condizentes com afogamento, mas isso só pode ser confirmado através do exame do IML ao qual ela está sendo submetida", afirmou em em entrevista à TV Anhanguera.



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