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Medicamentos terão reajuste hoje

Valor é diferente se comprado em site ou no balcão da loja e muda dentro da mesma rede. Cadastros rendem, em média, 25% de desconto


O Globo

Farmácia em SP - Foto - Edilson Dantas


A Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (Cmed) anuncia nesta sexta-feira (31) o índice de reajuste de cerca de 28 mil remédios regulados. A estimativa do Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos (Sindusfarma) é de alta de 5,6%. No entanto, o preço teto estabelecido está longe de refletir o valor de mercado, que pode variar de acordo com o local, a data e até o horário da compra.


Pesquisa feita pelo Instituto de Defesa do Consumidor (Idec) mostra que o valor listado pela Câmara chega a ser 90% maior do que a média praticada pelas farmácias para remédios de referência e até 384% mais alto em medicamentos genéricos. Na prática, isso pode resultar em reajustes diferentes ao consumidor, superiores ao percentual determinado pelo órgão, diante da distância entre o valor máximo fixado pelo Cmed e o de mercado.


Por isso, pesquisar é fundamental. E não basta comparar entre diferentes farmácias. É preciso quase uma gincana para conseguir o melhor preço. Na mesma rede, o valor pode variar se a compra for por internet ou direto no balcão, se o cliente fizer cadastro e até de acordo com o dia e o horário escolhido. Em poucas áreas do varejo os preços variam tanto como nas farmácias.


— O preço inicial no site costuma ser mais barato. Ao fazer o cadastro, a redução é, em média, de 25%. O mesmo ocorre no balcão. Encontramos desconto de até 50% para um antibiótico. O desconto está sempre vinculado à concessão de dados pelo cliente — diz Ana Carolina Navarrete, coordenadora de Saúde do Idec.

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