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Massa de ar quente pode aumentar as temperaturas em Goiás nos próximos dias, diz Inmet

Segundo o Cimehgo, mesmo com temperaturas acima da média, o estado tem previsão de pancadas de chuva e tempestades isoladas. Calor vai ficar mais concentrado no sudoeste goiano.





G1-Goiás

Vista do Centro Cultural Oscar Niemeyer ao pôr do sol, em Goiânia — Foto: Drones skyview/Arquivo pessoal



O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu um alerta de temperaturas acima da média nos próximos dias em Goiás. Segundo o gerente do Centro de Informações Meteorológicas e Hidrológicas de Goiás (Cimehgo), André Amorim, este calor é devido a uma massa de ar quente que se formou no Paraguai e está influenciando algumas regiões do Brasil.


De acordo com o Inmet, uma área de alta pressão que está associada à massa de ar quente está provocando uma onda de calor em algumas regiões. Ela age como se fosse uma ‘tampa na atmosfera’, inibindo a formação de nuvens e comprimindo o ar de forma a deixá-lo mais quente e seco nas camadas mais baixas, resultando na atuação da onda de calor.


A meteorologista do Inmet Elizabete Ferreira disse que as temperaturas vão ficar cerca de três graus acima do normal, mas que ainda não se enquadra na onda de calor, que precisa estar acima de cinco graus.


“Tivemos uma elevação de temperatura, mas não se enquadra na onda de calor, pois tem que ser cinco graus acima da média e permanecer por vários dias consecutivos”, diz Elizabete.

O gerente do Cimehgo contou que o calor vai se estender até o fim de semana e vai ficar mais concentrado no sudoeste goiano. A mudança climática é decorrente da influência de uma onda de calor que está atuando com maior intensidade no Mato Grosso do Sul.


André Amorim informou que, apesar do aumento nas temperaturas, o estado continua tendo alerta de chuvas intensas de 20 a 30 mm/h, que podem vir acompanhadas de rajadas de vento acima de 60 km/h e raios.


“As chuvas irregulares vão continuar. Ainda temos umidade vinda da região norte do país e, combinada com esse calor, favorece a área de instabilidade”, relata Amorim.

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