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Major condenado pelo estupro de duas crianças em Rio Verde perde posto na PM

Decisão foi publicada no Diário Oficial do Estado quase 4 anos após o crime


Olha Goiás


Cristiano Silva de Macena, condenado a mais de 45 anos de prisão pelo sequestro e estupro de duas irmãs menores de idade, em Rio Verde, perdeu o posto de major da Polícia Militar do Estado de Goiás conforme decreto publicado no Diário Oficial do Estado, no dia 11 de outubro.


O documento ainda aponta que a determinação entra em vigor na data da publicação, mas tem efeitos de retroagem a 19 de maio de 2023.

A determinação do estado acontece quase quatro anos após o crime que aconteceu em outubro de 2019.

“O Governador do Estado de Goiás, no uso de suas atribuições constitucionais e legais, com fundamento no inciso IV e na alínea “a” do parágrafo único do art. 85 da Lei estadual nº 8.033, de 2 de dezembro de 1975, também tendo em vista o que do Processo nº 202300016018572, e em cumprimento à sentença exarada pela 3ª Vara Criminal da Comarca de Rio Verde/GO, no Processo Judicial nº 0135311-50.2019.8.09.0137, RESOLVE:Art. 1º Desligar, em virtude da perda do posto, o Major QOPM CRISTIANO SILVA DE MACENA, da Polícia Militar do Estado de Goiás”, diz o documento na íntegra.


Relembre o caso

O crime aconteceu em 22 de outubro de 2019, quando câmeras de monitoramento flagraram a caminhonete de Cristiano de Macena próxima à residência das vítimas, com a placa adulterada. O então major da Polícia Militar foi detido no dia seguinte e exonerado do cargo de comandante da Companhia de Policiamento Especializado.

Na ocasião, as vítimas, ambas com 11 e 12 anos de idade, estavam na casa da avó. De acordo com as investigações, o major amarrou a idosa e levou as duas meninas para outra residência, onde foram vítimas de estupro, sendo posteriormente abandonadas nas proximidades de uma escola.

Cristiano de Macena foi indiciado pelo crime em 1º de novembro de 2019. Em agosto de 2020, ele passou por uma audiência de instrução e julgamento, durante a qual a defesa do policial militar negou as acusações.


Finalmente, em 17 de novembro de 2020, o a época major da PM, foi condenado a uma pena de 45 anos e 8 meses por seus crimes, que incluíam sequestro e estupro das duas irmãs menores de idade, além da adulteração de sinal identificador de veículo.

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