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Leila Pereira repudia pichações no clube social do Palmeiras e lojas da Crefisa

Os alvos principais foram a presidente e dona da instituição financeira, Leila Pereira, e Anderson Barros, diretor de futebol do Alviverde.


R7

Leila Pereira, presidente do Palmeiras. (Foto: Reprodução)


Cerca de 50 lojas da Crefisa, principal patrocinadora do Palmeiras, foram pichadas em protestos de torcedores contra a diretoria do clube. Os alvos principais foram a presidente e dona da instituição financeira, Leila Pereira, e Anderson Barros, diretor de futebol do Alviverde.


Além das lojas da Crefisa, os muros da sede social do Palmeiras também foram pichados. Câmeras de segurança do Allianz Parque gravaram o momento das pichações e o clube deve enviar o material à polícia.


Leila Pereira repudiou o vandalismo, que é considerado crime pela Lei Ambiental, e afirmou que as pichações não atingem à presidente do Palmeiras, mas sim o mercado do futebol brasileiro.


“É muito triste que uma empresa que tanto tem contribuído com o êxito do Palmeiras, ao longo dos últimos nove anos, seja alvo de ataques. Os vândalos que picharam a sede social do clube e as lojas da Crefisa não estão atingindo a presidente do Palmeiras, mas sim o mercado do futebol brasileiro, que necessita de investimento para poder crescer”, disse Leila Pereira ao GE.


"Qual empresa vai querer patrocinar um clube sabendo que vândalos, que se declaram torcedores, causam danos ao patrimônio da instituição e trabalham contra o próprio patrocinador do time? É uma violência sem sentido, que deprecia a indústria do futebol como um todo", completou.


Segundo informações do GE, a Crefisa deve acionar judicialmente a torcida Mancha Alviverde, maior organizada do Palmeiras e responsável pelos protestos, para reparação dos danos causados nas lojas pichadas.


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