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Justiça exige explicações financeiras e alerta para risco de intervenção no Corinthians

  • há 4 minutos
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Juiz apontou divergências no âmbito do RCE (Regime de Centralização de Execuções) e afirmou que o clube declarou aproximadamente R$ 149 milhões a menos em receitas no mês de fevereiro





GE





A Justiça de São Paulo cobrou explicações do Corinthians sobre inconsistências financeiras e alertou para a possibilidade de intervenção judicial no clube caso os dirigentes não colaborem com os esclarecimentos.


O juiz Guilherme Cavalcanti Lamego apontou divergências no âmbito do RCE (Regime de Centralização de Execuções) e afirmou que o clube declarou aproximadamente R$ 149 milhões a menos em receitas no último mês de fevereiro.


O total de receitas que o Corinthians informou à Justiça para o pagamento da parcela de março foi de R$ 64,2 milhões. No entanto, os dados apresentados pelo clube indicam receitas de R$ 213,4 milhões em fevereiro. Ou seja, uma diferença de R$ 149,2 milhões.


Diante disso, o magistrado determinou que o clube preste esclarecimentos sobre os valores.


O juiz responsável pelo caso também advertiu que a resistência no fornecimento de documentos ou a manutenção de inconsistências pode levar à nomeação de um observador ou até de um interventor judicial.


"Advirto, desde já, que a resistência no fornecimento de documentos e a apresentação de declarações de receitas inconsistentes acarretarão a nomeação de observador judicial ou interventor judicial, para garantir a efetividade e a lisura deste processo", diz a decisão à qual o ge teve acesso.


A decisão foi publicada na última quarta-feira pela 2ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais.


Na terça-feira, sócios do Corinthians protocolaram um pedido de intervenção judicial no comando do clube. Na prática, é uma medida visa afastar o presidente Osmar Stabile e nomear para o lugar dele um interventor.


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