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Justiça nega pedido de devolução de helicóptero usado para o tráfico de drogas

Empresa alega não saber que aeronave estava guardada em propriedade sob os cuidados do piloto Felipe Ramos, ex-integrante de facção criminosa. Ele foi morto em ação policial


G1-Goiás

Helicópteros utilizados em tráfico de drogas foram apreendidos pela polícia, dentre eles, o que a empresa pede devolução. — Foto: Wesley Costa/O Popular



Um pedido de devolução de um helicóptero usado para o tráfico de drogas foi negado pelo Tribunal de Justiça de Goiás (TJ-GO), em Goiânia. A aeronave estava guardada aos cuidados do piloto Felipe Ramos, ex-intergrante de facção criminosa morto em ação policial em fevereiro deste ano.


A decisão do juiz Jesseir Coelho de Alcântara foi divulgada na terça-feira (13). O magistrado destacou a utilização da aeronave em atividade criminosa, que segundo ele, foi comprovada por meio de um Laudo de Constatação de Drogas.


De acordo com o TJ, o laudo constatou a presença de cocaína no helicóptero, todos estavam nos bancos traseiros ou em compartimentos substituídos. A aeronave tem capacidade para quatro pessoas. Além disso, o juiz Jesseir pontua que o pedido da empresa responsável pela aeronave não atende os requisitos necessários para devolução.


Ao juiz, a empresa alegou que teve seu helicóptero apreendido no dia 22 de fevereiro deste ano e que jamais imaginou que o local onde guardaria seu bem, pertenceria ou teria sido alugado a um terceiro envolvido em atividade criminosa. Além disso, afirmou que não houve nenhum apontamento de que a aeronave tenha sido utilizada para cometimento de crime de tráfico de drogas ou homicídio.

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