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Julgamento do caso Daiane Alves caminha para o fim, em Caldas Novas

29 de ago.
1 min de leitura

Homem que confessou ter matado Daiane que indicou onde havia escondido o corpo da vítima permaneceu em silêncio na audiência de instrução





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O silêncio de Cléber Rosa de Oliveira marcou a última audiência da fase de instrução do processo que apura o desaparecimento e morte da corretora Daiane Alves Sousa em Caldas Novas em dezembro de 2025.


Preso após confessar o crime e indicar onde havia escondido o corpo da vítima, o réu foi interrogado pela Justiça nesta quinta-feira (27), mas decidiu exercer o direito de permanecer calado. Com o fim da audiência, a juíza encerrou a instrução e o processo avança agora para a fase de alegações finais.


A audiência foi realizada por videoconferência e contou com a participação do promotor de Justiça Sávio Fraga e Greco, do defensor do acusado, Nestor Nérton Fernandes Távora Neto, e de quatro advogados que atuam como assistentes de acusação, representando os interesses da família de Daiane.


Alegações finais


Com o encerramento da instrução, as partes deverão apresentar por escrito suas conclusões sobre as provas produzidas no processo. A medida foi adotada pela magistrada com base no artigo 403 do Código de Processo Penal, considerando a complexidade do caso e a necessidade de uma análise mais detalhada do conjunto probatório.


O Ministério Público terá cinco dias para apresentar os memoriais. Depois, o mesmo prazo será concedido à assistência de acusação e, por último, à defesa de Cléber.


O réu está preso desde 28 de janeiro e responde por homicídio qualificado e ocultação de cadáver. Os crimes estão previstos no artigo 121, parágrafo 2º, incisos I, III e IV, e no artigo 211 do Código Penal.





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