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Integrantes de quadrilha nacional são presos por aplicar golpe de R$ 209 mil em idoso de Goiânia

30 de jul.
2 min de leitura

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(Foto: reprodução/PC)


Três integrantes de uma quadrilha especializada no golpe da falsa central bancária foram presos pela Polícia Civil de Goiás (PC-GO) nas primeiras horas desta quinta-feira (30) em operação realizada no Espírito Santo. Conforme a corporação, o grupo tem atuação nacional com ramificações no estado capixaba, Goiás, São Paulo, além de outras unidades da federação.


As investigações tiveram início após uma vítima, de 74 anos, procurar o 4º Distrito Policial em Goiânia informando ter perdido R$ 209 mil após ser lesada. Os criminosos, segundo a PC, entraram em contato com o idoso por telefone, se passando pela gerente da conta bancária dele, questionando sobre supostos agendamentos via PIX e transferências.


Acreditando na farsa, o idoso foi orientado a acessar o aplicativo do banco e seguir os comandos ditados pelos golpistas para bloquear as supostas operações, o que resultou no prejuízo. Ao tomar conhecimento do crime, a PC iniciou levantamentos para rastrear o caminho das transações.


Identificação


Durante a apuração, a Polícia identificou que parte do valor foi remetida para a conta de uma pessoa jurídica na Grande Vitória. A corporação, então, solicitou apoio operacional da PC-ES para a localização e captura dos três suspeitos suspeitos.


Segundo apurado no decorrer da operação, a mulher abriu a Pessoa Jurídica com o propósito de vender contas bancárias para o esquema. Os dois homens presos atuavam no suporte logístico e financeiro, repassando essas contas para comparsas localizados em São Paulo. O núcleo paulista, por sua vez, era o responsável direto pela engenharia social — realizando as ligações e enganando as vítimas por meio da falsa central de atendimento — e por efetuar a lavagem do dinheiro.


Para despistar as investigações, o grupo dividia os valores em diferentes contas bancárias de terceiros (diversos CPFs e CNPJs), dificultando o rastreamento dos recursos obtidos com os golpes. O trio vai responder por fraude eletrônica, além de associação criminosa e lavagem de dinheiro. As penas, se somadas, podem superar 20 anos de reclusão.

 
 
 

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