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Infantino revela plano de Mundial sub-15 com 211 seleções

  • há 4 horas
  • 2 min de leitura

Presidente da Fifa afirma que entidade estuda realizar ainda este ano torneio aberto a todas as federações filiadas




GE





O presidente da Fifa, Gianni Infantino, revelou que a entidade trabalha com a possibilidade de organizar ainda este ano um Mundial sub-15 com a participação das 211 federações filiadas à organização. A ideia foi apresentada pelo dirigente em um vídeo divulgado neste domingo, mas ainda não há detalhes oficiais sobre formato, sede, datas ou sistema de disputa.


Segundo Infantino, o projeto seria uma iniciativa inédita dentro da Fifa e teria como objetivo reunir jovens de diferentes partes do mundo em uma grande celebração do futebol. O dirigente afirmou que as 211 federações-membro seriam convidadas para participar.


A proposta teria uma dimensão diferente dos tradicionais torneios de categorias de base justamente pelo número de possíveis participantes. Infantino falou em uma competição que poderia reunir mais de 4 mil jovens jogadores.


Ao apresentar a ideia, Infantino também relacionou projetos desse tamanho à necessidade de ampliar as receitas da Fifa para direcionar recursos ao desenvolvimento do futebol, e defendeu investimentos provenientes de patrocinadores, emissoras e outras fontes de receita da entidade. Ainda disse que a intenção é que a modalidade esteja presente em diferentes regiões do mundo.


A fala aconteceu em meio ao momento de maior pressão política sobre Infantino desde que assumiu a presidência da Fifa. Infantino enfrentou forte oposição da Uefa e de outras confederações após anunciar um projeto para criar uma empresa responsável pela gestão de direitos comerciais de suas principais competições, com a possibilidade de participação de investidores privados.


A proposta foi abandonada pela entidade poucos dias depois, diante da reação de diferentes setores do futebol. A crise chegou a provocar pedidos para uma revisão da liderança de Infantino na Fifa.


A Uefa afirmou ter perdido a confiança no dirigente, enquanto a Conmebol declarou apoio ao presidente. Ao falar sobre o assunto, Infantino não entrou em detalhes sobre as críticas, mas reconheceu o momento de questionamentos e afirmou estar disposto a responder às perguntas.

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