top of page

Greve na Educação em Goiânia: escolas municipais paralisam aulas

  • 12 de mai.
  • 2 min de leitura

Segundo a presidente em exercício do Sindicato dos Trabalhadores da Educação de Goiás (Sintego), Ludymilla Morais, aproximadamente 23 mil alunos serão impactados.





G1-Goiás




As escolas municipais paralisaram as aulas nesta terça-feira (12). Segundo a presidente em exercício do Sindicato dos Trabalhadores da Educação de Goiás (Sintego), Ludymilla Morais, cerca de 50 escolas devem aderir à paralisação e outras 50 atenderão parcialmente.


“Não vamos trabalhar com o termo fechada, porque a secretaria de todas as unidades estarão abertas p atender a comunidade”, declarou a presidente do Sintego.


A Secretaria Municipal de Educação (SME) informou, por meio de nota, que vai acompanhar o cumprimento da decisão do Tribunal de Justiça de Goiás (TJGO) sobre a greve. A decisão determina a manutenção mínima de 70% dos servidores da educação em atividade, especialmente na educação infantil e na alimentação escolar.


Além disso, o TJGO determinou que a categoria apresente um plano de continuidade das atividades em até 24 horas.


O chefe da advocacia setorial da SME, Kaio Ygor Paulino da Silva, disse ao g1 que o Tribunal de Justiça determinou que essa prazo de 24 horas para que o Sintego encaminhe plano de continuidade do serviço encerra nesta terça-feira (12), ao meio-dia.


Segundo Kaio Ygor, a SME não reccebeu informações sobre quantos são os servidores que vão aderir à greve, pois o sindicato não encaminhou a ata com a adesão.


"Foi um dos motivos que motivou a gente a ajuizar uma ação de ilegalidade à greve, tendo sido concedido a medida liminar pelo desembargador do Tribunal de Justiça para que seja mantido 70% das unidades educacionais funcionando por se tratar de de serviço essencial", declarou Kaio.

O chefe da advocacia setorial informou ainda que várias pautas reivindicadas pela categoria já estavam sendo tratadas pela Secretaria e que o prefeito Sandro Mabel tinha anunciado o encaminhamento do piso para a Câmara Municipal.


"Como todo projeto de lei, ele não pode ser feito a toque de caixa, então já tinha um um processo interno dentro da Prefeitura que envolve encaminhamento para a Secretaria da Fazenda, de viabilidade financeira, impacto orçamentário, quantitativo de de valores e de pessoal", esclareceu .


Os trabalhadores da rede municipal de Educação de Goiânia decidiram por iniciar a greve, em assembleia geral do SINTEGO, na quinta-feira (7). A presidente do sindicato informou ao g1 que cerca de quatro mil trabalhadores aderiram à greve. Com a paralisação, aproximadamente 23 mil alunos serão impactados.


Comentários


bottom of page