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Governo de Goiás encaminha compra de seis ônibus elétricos para o Eixo Anhanguera

Chegando em janeiro, a expectativa é que a Metrobus inicie a operação no mês seguinte.


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Após fracasso no processo de aluguel, Governo de Goiás começa a comprar ônibus elétricos (Foto: Divulgação/Governo de Goiás)


Duas semanas após antecipar o contrato de concessão das empresas do transporte coletivo da região Metropolitana de Goiânia, o Governo de Goiás está perto de adquirir seis ônibus elétricos para a operação do Eixo Anhanguera. Os veículos devem somar a frota da Metrobus até o começo do ano que vem. A expectativa é que até 2024, um total de setenta carros sejam comprados, gradativamente.


Chegando em janeiro, a expectativa é que a Metrobus inicie a operação no mês seguinte. São seis veículos com chassi BYD modelo D11B com 22 metros e carroceria Marcopolo Attivi Express, suspensão pneumática em todos os eixos, motor integrado em cada uma das rodas do segundo e terceiro eixos, freios a disco com ABS/EBS e sistema regenerativo nos eixos motrizes.


O modelo é semelhante ao que já foi testado inicialmente no Eixo Anhanguera no começo de 2022. Cada ônibus deve custar aproximadamente 3 milhões e quatrocentos mil reais. Haverá também o custo de 600 mil reais para adquirir todos os carregadores necessários para que a operação seja iniciada.


No total, o investimento ultrapassará os 20 milhões de reais. O Governo de Goiás já dá como certa a negociação e deve fazer o anúncio oficial nos próximos dias. O custo será coberto a partir da Sociedade de Propósito Específico, viabilizada com a aprovação do texto aprovado há duas semanas na Assembleia Legislativa do Estado de Goiás (Alego) com recursos a partir do subsídio criado na reformulação do transporte coletivo.


Como os veículos são para plataformas altas, o Governo de Goiás desistiu da ideia em rebaixá-las. A decisão de voltar atrás se deu após constatação que os custos eram demasiados altos. No entanto, a reforma das estações deve ser iniciada ainda em dezembro e os técnicos da equipe de mobilidade da gestão acreditam que até o final de 2024 ela seja completada.

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