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Governo de Goiás decreta situação de emergência por falta de chuvas em 25 cidades

De acordo com o Governo Estadual, cidades goianas tem enfrentado problemas com relação à perda de umidade do solo




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O decreto foi publicado na segunda-feira (5) e tem validade de 180 dias. (Foto: Wesley Costa/divulgação)



O Governo de Goiás decretou, na segunda-feira (5), situação de emergência em razão da falta de chuvas em 25 cidades goianas, que afetou consideravelmente a produção agrícola. O decreto n.º 10.407 foi publicado em suplemento do Diário Oficial do Estado e tem vigência de 180 dias.


O documento cita principalmente cidades das regiões Oeste e Norte do Estado. São elas: Acreúna, Amorinópolis, Araguapaz, Arenópolis, Baliza, Bom Jardim de Goiás, Britânia, Caiapônia, Diorama, Guarani de Goiás, lporá, Israelândia, lvolândia, Jaupaci, Moiporá, Montes Claros de Goiás, Mozarlândia, Nova Crixás, Palestina de Goiás, Paraúna, Piranhas, Porangatu, Quirinópolis, Santa Helena de Goiás e Turvelândia.


De acordo com o Governo Estadual, o decreto leva em consideração os baixos índices de chuvas. O documento também considera as condições climáticas extremas por conta do período prolongado de baixa ou nenhuma quantidade de chuva, em que a perda de umidade do solo é superior à sua reposição, conforme Classificação e Codificação Brasileira de Desastres (Cobrade).


Segundo o decreto, a estiagem nas referidas cidades goianas está classificada como de nível 2 ou de média intensidade, de acordo com portaria do Ministério do Desenvolvimento Regional.


Ainda conforme o documento, os efeitos da decretação de situação de emergência ficam limitados aos municípios elencados e que tenham comprovação dos danos provocados pela de falta de chuvas.


Causa da falta de chuvas em Goiás


De acordo com o Governo de Goiás, o El Niño – fenômeno natural caracterizado pelo aquecimento anormal das águas do oceano Pacífico – é apontado como o causador da estiagem no Estado.


Levantamento do Centro de Informações Meteorológicas e Hidrológicas de Goiás (Cimehgo), ligado à Secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad), aponta que o fenômeno natural teve início em junho de 2023 e, de setembro a dezembro, causou temperaturas elevadas e chuvas irregulares. A onda de calor persistente afetou as plantações, com o calor excessivo consumindo a umidade do solo.



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