top of page

Goiás soma 49,8 mil casos de sífilis, HIV e hepatites

há 2 horas
2 min de leitura

Dados da SES-GO mostram maior concentração de sífilis e HIV entre jovens de 20 a 29 anos e predominância de homens nas notificações




O Hoje




Goiás já soma 7.783 casos de sífilis adquirida em 2026, além de 29.503 pessoas vivendo com HIV/Aids e mais de 11,8 mil registros de hepatites B e C, segundo dados da Secretaria de Estado da Saúde de Goiás (SES-GO).


O número de notificações de sífilis ocorre após o Estado registrar, em 2025, o maior volume da série histórica iniciada em 2010, com 12.012 casos. O resultado representou uma média de quase 33 diagnósticos por dia e aumento de 170% em relação a 2020, quando foram registrados 4.445 casos.


Na sífilis adquirida, os homens concentram a maior parte das notificações. Em 2025, foram 7.485 registros entre o público masculino, equivalente a 62,3% dos casos. Em 2026, a proporção chega a 62,89%. No acumulado do painel da SES-GO, são 49.883 diagnósticos entre homens, ou 64,46%, contra 27.003 entre mulheres, correspondentes a 34,9%.


No HIV/Aids, cerca de 80% dos casos anuais ocorrem em homens. O histórico do painel registra 18.252 homens com HIV, contra 5.098 mulheres. Entre os casos que evoluíram para Aids, são 8.334 homens e 2.983 mulheres. Nas hepatites virais, os homens também aparecem em maior número, com 3.248 diagnósticos de hepatite B, contra 2.989 entre mulheres, e 3.330 casos de hepatite C, ante 2.247.


Na sífilis adquirida e no HIV, a faixa etária de 20 a 29 anos concentra o maior número de registros. Em 2025, foram 4.544 casos de sífilis entre pessoas dessa idade, o equivalente a 37,8% do total. Na sequência aparecem as faixas de 30 a 39 anos, com 2.953 casos, e de 40 a 49 anos, com 1.725.


No HIV, o grupo de 20 a 29 anos reúne 10.143 registros acumulados, seguido pela faixa de 30 a 39 anos, com 6.086 casos. As hepatites virais apresentam maior concentração em faixas etárias mais maduras.


Na hepatite B, a maior incidência está entre 30 e 49 anos, com 3.104 casos. Na hepatite C, o pico ocorre entre 50 e 59 anos, com 1.580 registros, além de alta frequência entre pessoas de 40 a 69 anos.

Comentários


bottom of page