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Goiás inicia distribuição da insulina Glargina, medicamento de longa ação para pacientes com diabetes

17 de jul.
2 min de leitura

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(Foto: Reprodução)


A chegada de uma nova insulina à rede pública representa um avanço para milhares de pessoas que convivem diariamente com o diabetes em Goiás. A Secretaria de Estado da Saúde (SES-GO) começou a distribuir a insulina Glargina, medicamento de ação prolongada que oferece maior estabilidade no controle da glicemia e reduz o número de aplicações necessárias em comparação com a tradicional insulina NPH em muitos tratamentos.


Neste primeiro lote, o Ministério da Saúde enviou 6.085 unidades do medicamento, que já começaram a ser distribuídas aos municípios goianos. No entanto, a quantidade ainda é insuficiente para atender todos os pacientes que se enquadram nos critérios definidos pelo governo federal.


Segundo a SES-GO, a divisão entre os municípios seguiu os parâmetros estabelecidos em nota técnica. O cálculo levou em consideração o consumo médio mensal de insulina NPH informado por cada cidade, utilizando a mesma metodologia adotada pelo Ministério da Saúde para distribuir o medicamento entre os estados.


Como o volume recebido ficou abaixo da demanda prevista, a Secretaria precisou ajustar a quantidade destinada a cada município para garantir uma distribuição equilibrada dos estoques disponíveis.


O medicamento é considerado uma novidade recente na rede pública de saúde, que agora passa por uma grande expansão nacional, substituindo gradualmente a antiga insulina NPH nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs). Essa insulina foi criada nos anos 2000 por uma farmacêutica alemã.


2019: Foi oficialmente incorporada ao SUS, mas apenas para um grupo muito restrito de pacientes com diabetes tipo 1 na atenção especializada.

2025: Passou a ser distribuída de forma mais ampla em farmácias de alto custo (CEAF) para pacientes com diabetes tipo 1.

Março de 2026: Teve início um projeto-piloto em quatro estados (Amapá, Distrito Federal, Paraíba e Paraná) para testar a logística de distribuição.

Julho de 2026: O Ministério da Saúde iniciou a distribuição em escala nacional na atenção primária (postos de saúde comuns), facilitando o acesso direto da população sem a necessidade de deslocamento para centros especializados.

 
 
 

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