Flávio Bolsonaro lidera 2º turno contra Lula, aponta Quaest
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O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) marcou 42% das intenções de voto em simulação de disputa em segundo turno com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que foi a 40%
DM

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) marcou 42% das intenções de voto em simulação de disputa em segundo turno com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que foi a 40%. Os dados são da pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira (15).
Ambos marcavam 41% na última sondagem do instituto e seguem numericamente empatados dentro da margem de erro, que é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.
Primeiro turno
Na simulação do primeiro turno, Lula lidera (37%), e Flávio marca 32%. Ele são seguidos por Ronaldo Caiado (6%), Romeu Zema (3%), Augusto Cury (2%), Renan Santos (2%), Cabo Daciolo (1%), Samara Martins (1%) e Aldo Rebelo, que não pontutou. Nesse cenário, 5% dos eleitores se diz indeciso, e 11% afirmam que votariam em branco, nulo ou não compareceriam.
Não há comparativo para esses dados tendo em vista que Cury, Daciolo e Samara não apareciam nas projeções.
Avaliação do governo
A aprovação do governo Lula também variou dentro da margem de erro. A maioria dos ouvidos (52%) desaprova a gestão, enquanto outros 45% aprovam. O número de pessoa que não souberam responder se manteve em 5%.
A gestão Lula também é avaliada negativamente por 42% dos eleitores. Aqueles que acham o desepenho positivo ou regular marcam, respectivamente, 31% e 26%.
Rejeição
A rejeição entre os principais candidatos também foi avaliada. Lula lidera com 55% de elitores dizendo o conhecem nas não votariam nele. Na sequência vem Flávio, com 52%. O filho do ex-presidente Jair Bolsonaro virou 3%. Ele marcava 55% em março.
Eleitores independentes
A diferença entre Lula e Flávio nos votos dos eleitores independes aumentou e foi a 7%. O candidato do PL tem 33% nesse e grupo, e Lula, 26%.
Metodologia
O levantamento ouviu 2.004 pessoas de 16 anos ou mais entre os dias 9 e 13 de abril. A margem de erro é de dois pontos percentuais, e o nível de confiança é de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o código BR-09285/2026.
(João Pedro Abdo FOLHAPRESS)


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