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Flamengo vai punir Pedro por ato de indisciplina contra o Atlético-MG

Globo Esporte


Após decidir pela saída do preparador físico Pablo Fernández e pela permanência de Jorge Sampaoli no comando da equipe, o Flamengo decidiu aplicar uma punição em Pedro por ato de indisciplina ao se recusar a se aquecer durante a vitória sobre o Atlético-MG, no sábado.

A diretoria entende que a atitude de se recusar a se aquecer é equivalente a de se recusar a entrar em campo. O vice-presidente de futebol Marcos Braz conduzirá a conversa pessoalmente com Pedro.

Ainda não está decidido qual punição será, mas a tendência é seja uma multa, assim como ocorreu em casos recentes de outros atletas que tiveram algum ato de indisciplina. Em razão de questões jurídicas, o Flamengo mantém sigilo sobre qual será a punição.

Nesta temporada, por exemplo, Vidal, Marinho e Gabigol já foram punidos por atos de indisciplina.


Caso Pedro


O ato de indisciplina de Pedro ocorreu durante o segundo tempo do jogo contra o Atlético-MG. Após as entradas de Luiz Araújo e Everton Cebolinha, aos 19 minutos, Sampaoli ainda teria mais uma substituição, que foi utilizada com a entrada de Thiago Maia na vaga de Filipe Luís. Mas Pedro decidiu não seguir no aquecimento.

Pablo Fernández não gostou de ver o atacante sentado no banco de reservas e fez cobranças ríspidas ao jogador assim que entrou no vestiário.

O argentino disse que o fato de Pedro não permanecer na área de aquecimento foi uma falta de respeito. O camisa 9 retrucou que quem não tem respeito por ele é a comissão técnica de Sampaoli, alegando que o tratamento recebido não é correto e que está sendo minado desde o início do trabalho. Fernández respondeu desferindo um soco na boca do atleta, que apresenta ferimentos no local.

Após o episódio, Pedro seguiu para delegacia e contou com o apoio do zagueiro Pablo, do volante Thiago Maia e do atacante Everton Cebolinha, que depuseram na condição de testemunhas.

O atacante passou por exame de corpo de delito após a agressão que apontou lesões no rosto e na boca, segundo a Polícia Civil. Com isso, foi feito um termo circunstanciado -- que é feito quando o crime cometido é de menor potencial. O preparador físico também esteve na delegacia, mas foi liberado.

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