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Família de mãe e filho que morreram envenenados presta depoimento nesta terça-feira

Segundo a polícia, Leonardo Pereira Alves e Luzia Tereza Alves foram envenenados durante um café da manhã no dia 17 de dezembro.




G1-Goiás

Familiares de Leonardo Pereira Alves e Luzia Tereza Alves, que morreram envenenados, prestam depoimento em Goiânia — Foto: Michel Gomes/g1




A família de Leonardo Pereira Alves, de 58 anos, e a mãe dele, Luzia Tereza Alves, de 86, que morreram envenenados, presta depoimento nesta terça-feira (26), em Goiânia. O ex de Amanda Partata, presa suspeita do crime, a irmã e a mãe dele falam com o delegado Carlos Alfama na Delegacia de Investigação de Homicídios.


O primeiro depoimento, o do ex de Amanda, começou às 10h. A suspeita do crime foi presa temporariamente na noite de quarta (20) e passou pela audiência na quinta (21). À polícia e durante a chegada na delegacia, Amanda negou a autoria do crime.


Em nota, os advogados dela disseram que aguardam o desenrolar de investigações antes de comentarem sobre as acusações. Eles contestam a legalidade da prisão e destacam que Amanda se apresentou voluntariamente à delegacia, entregou documentos e informou à polícia sobre sua localização e estado de saúde.


Entenda o caso


O caso começou a ser investigado na segunda-feira (18), após a morte de Leonardo. Em um boletim de ocorrência, a esposa dele afirma que a ex-nora comprou o doce e outros alimentos para um café da manhã com a família. Leonardo, Luzia e a própria mulher comeram durante a manhã de domingo (17).


Cerca de três horas depois do consumo, Leonardo e Luzia começaram a sentir dores abdominais, além de também apresentarem vômitos e diarreia. Mãe e filho foram internados no Hospital Santa Bárbara, em Goiânia, mas os dois não resistiram.


Café da manhã


Uma foto obtida com exclusividade pelo g1 mostra a advogada na mesa de café da manhã no dia em que o ex-sogro e a mãe dele morreram em Goiânia. A foto mostra Amanda sorrindo ao lado da mesa com bolos de pote, sacolas e uma garrafa de suco.


O delegado Carlos Alfama acredita que a mulher colocou veneno no suco servido para as vítimas. Segundo Alfama, a advogada disse que comeu os bolos, mas ao ser questionada se tomou o suco, ela “travou”.

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