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Enel é multada pelo Procon em R$ 12,7 milhões por não fornecer energia após temporal em SP

Infração tem o valor máximo previsto no Código de Defesa do Consumidor. Vendaval e chuva forte que atingiu a capital paulista e região metropolitana no dia 3 de novembro deixou milhares de pessoas sem luz por quase uma semana.


G1

Funcionários da concessionária ENEL fazem manutenção em cabos para o restabelecimento da energia elétrica na Zona Norte de SP — Foto: GABRIEL SILVA/ATO PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO



O Procon de São Paulo multou a concessionária Enel em R$ 12, 7 milhões pelo não fornecimento de energia após o temporal que atingiu a capital paulista e a região metropolitana no dia 3 de novembro. A informação foi divulgada pelo órgão neste sábado (18).


De acordo com o órgão, foi constatado, por diversos meios, que um grande contingente de consumidores ficou sem energia elétrica por mais de 48 horas.

A infração tem o valor máximo previsto no Código de Defesa do Consumidor, que é de R$ R$ 12.793.962,68 e se baseia nas reclamações registradas tanto na plataforma digital, como nos postos de atendimento presencial no Poupatempo, Delegacias de Polícia e Procon Móvel, que foi mobilizado para atender moradores de regiões mais atingidas pela falta de energia.


A medida ocorre após a empresa ser notificada e apresentar seus argumentos. O Procon diz ainda que continua fiscalizando e acompanhando a evolução das reclamações registradas pelos consumidores e pode adotar ainda novas sanções contra a Enel.

Alerta de temporal

A frente fria que chegará a São Paulo neste sábado (18) vai derrubar a temperatura na Região Metropolitana.


As máximas devem cair entre 11°C e 14°C até a segunda-feira (20), segundo as previsões Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) e da Climatempo.


Além da queda nos termômetros, a frente fria também deve provocar temporais, com rajadas de vento que podem chegar a 100 km/h na capital, no litoral e Vale do Paraíba, segundo o Inmet.


Por conta do alerta para risco de temporal, o governo paulista montou um gabinete de crise. O grupo é formado por membros da Defesa Civil, da Sabesp, representantes das concessionárias de energia – como Enel e CPFL, além de secretários de governo.

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