Empresária suspeita de movimentar R$ 45 milhões em esquema de migração ilegal para os EUA é solta
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Segundo decisão, ela deve usar tornozeleira eletrônica pelo prazo inicial de 90 dias. Em nota, a defesa da empresária afirmou que a revogação da prisão preventiva é o reconhecimento da 'desnecessidade' da medida.
G1-Goiás

A empresária Maria Helena de Sousa Netto Costa, que foi presa suspeita de movimentar R$ 45 milhões em um esquema de migração ilegal para os Estados Unidos, foi solta após ficar mais de 24 horas detida em Goiânia. Segundo a decisão da Justiça Federal, ela deverá usar tornozeleira eletrônica pelo prazo inicial de 90 dias.
Em nota, a defesa de Maria Helena diz que a revogação da prisão preventiva é o reconhecimento da “desnecessidade” da medida extrema. Os advogados pedem respeito à presunção da inocência.
Maria Helena é sogra do governador de Goiás, Daniel Vilela (MDB). De acordo com a Polícia Federal, ele e a esposa dele não são investigados. Em nota, o governador afirmou que os fatos são investigados desde meados dos anos 2000 e não têm relação com ele, sua esposa ou o Governo de Goiás.
Além de Maria Helena, outras três pessoas tinham sido detidas em Goiás, na quinta-feira (7). Entre elas está Juliana Rosa Tomé Froes, suspeita de captar clientes, comprar e gerir passagens, hospedagem e cuidar da logística do esquema. Ela também foi solta nesta sexta-feira, com medida cautelar do uso de tornozeleira eletrônica por 90 dias.
A defesa de Juliana Rosa Tomé Fróes diz que auxiliar brasileiros a apresentarem-se às autoridades norte-americanas e formalizarem pedido de asilo não configura crime.
Já o marido de Juliana, Fabio Rodrigo Froes, segue detido até a última atualização desta reportagem.
Também segue detida Valéria Divina de Macedo. Ela é apontada pelas investigações como responsável pela parte financeira e logística do esquema criminoso. A TV Anhanguera não localizou a defesa dela.


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